16/04/26

Raizes do ser

 Quantas vezes me aventurei nadar em águas profundas. Quase me afoguei, mas enfim aprendi a nadar.

Um dos oceanos que me aventurei foi na música. Isso mesmo, música erudita. Não entendia como agradável ou desagradável. As primeiras vezes que ouvi foi na rádio Vida da cidade vizinha a minha. A rádio era da igreja e nela o páraco era o Padre Walter Colini, um italiano. Então A música erudita tina um viez para o sacro. Ah. Não! Lembrei... Se usava a música erudita nas notas de falecimento.  Acho que isso marcou negativamente muita gente de minha cidade. Papai mesmo não suportava. 

Enfim, um dia decidi vou ouvir até onde der. E acabei me acostumando e acabei amando.

Quando comecei a dar aula, tive a sorte de ter um computador com internet e com caixa de sonde, dai passei a dar aula ao som de música erudita. Hoje já não consigo, porque me concentro na música.

Quando morei em São Paulo, amava porque tinha a rádio cultura onde era só passava praticamente música erudita.

Então passei a conhecer muitos compositores além de Bach, Mozart e Bethoveen.

Ouço muito Mozart... aconteceu que estava ouvindo este compositor quando minha mãe faleceu. Então passei a só ouvi-lo como forma de recordação.

Bom, Schopenhauer e Nietzsche também amavam esse estílo. No Brasil sei de Ruben Alves.

Aqui na Paraíba o grande pintor Flávio Tavares sempre pinta ao som de música e um dos gêneros é o erudito.

Bom, esse foi o nado que quase me afundou...

Muita gente gosta. Eu gosto muito. 

Sempre quando chego em casa para o almoço coloco na rádio Classic music de Londres... 

Agora, estou quase me afogando no cordel.

Raizes do ser

 Quantas vezes me aventurei nadar em águas profundas. Quase me afoguei, mas enfim aprendi a nadar. Um dos oceanos que me aventurei foi na mú...

Gogh

Gogh