Quantas vezes me aventurei nadar em águas profundas. Quase me afoguei, mas enfim aprendi a nadar.
Um dos oceanos que me aventurei foi na música. Isso mesmo, música erudita. Não entendia como agradável ou desagradável. As primeiras vezes que ouvi foi na rádio Vida da cidade vizinha a minha. A rádio era da igreja e nela o páraco era o Padre Walter Colini, um italiano. Então A música erudita tina um viez para o sacro. Ah. Não! Lembrei... Se usava a música erudita nas notas de falecimento. Acho que isso marcou negativamente muita gente de minha cidade. Papai mesmo não suportava.
Enfim, um dia decidi vou ouvir até onde der. E acabei me acostumando e acabei amando.
Quando comecei a dar aula, tive a sorte de ter um computador com internet e com caixa de sonde, dai passei a dar aula ao som de música erudita. Hoje já não consigo, porque me concentro na música.
Quando morei em São Paulo, amava porque tinha a rádio cultura onde era só passava praticamente música erudita.
Então passei a conhecer muitos compositores além de Bach, Mozart e Bethoveen.
Ouço muito Mozart... aconteceu que estava ouvindo este compositor quando minha mãe faleceu. Então passei a só ouvi-lo como forma de recordação.
Bom, Schopenhauer e Nietzsche também amavam esse estílo. No Brasil sei de Ruben Alves.
Aqui na Paraíba o grande pintor Flávio Tavares sempre pinta ao som de música e um dos gêneros é o erudito.
Bom, esse foi o nado que quase me afundou...
Muita gente gosta. Eu gosto muito.
Sempre quando chego em casa para o almoço coloco na rádio Classic music de Londres...
Agora, estou quase me afogando no cordel.