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terça-feira, 9 de dezembro de 2025

Aprendiz

 Minha vida mudou tanto quando passei para o ensino médio. Fui estudar a noite em Martins no Joaquim Inácio. Tive excelentes professores. 

Um deles era uma professora, Oneide. Minha professora de português. Não tive dificuldade com ortografia, tive e tenho com a sintaxe. Enfim, adorava as aulas com os textos e suas análises. Gostava de escrever no caderno e ver ela escrevendo no quadro. Ela tinha cabelo curto, uma voz pensativa e gostosa de se ouvir. Havia uma áurea de experiência e amor pelo ensino. Um texto maravilhoso e marcante que nos passou foi o texto rua dos cata-ventos de Mário Quintana... 

Nas tarde fagueiras, na minha cadeira de balanço, no corredor da biqueira, li e reli tantas vezes, as rimas, os sentidos e a solidão.

Aquele texto marcou para sempre na minha vida. Procurava e não encontrava e nem sabia que rua dos cata-ventos é um livro com 17 sonetos. E que o soneto que conheci foi o soneto II. Recente comprei um livro de poemas de Mário Quintana e descobri essas informações.

Estou descobrindo a genialidade ou a sensibilidade daquele maravilhoso poeta. Estou concomitantemente lendo o DNA do nordeste do poeta Lino e um livro de poemas e imagens de Wandenberg Medeiros. Já li Neruda, mas faz tempo que não leio.

Recentemente conheci a poesia de  Waldir Teles... E conheci pessoalmente a poetisa Lizbethe Oliveira e converso sempre com o poeta Anacleto!

Em meio a este universo concreto e abstrato vou tentando dar alguma matéria para meu espírito construir alguma coisa.


Acho que em meio a estes busco temas que sejam universais.


Descobri ou redescobri o poeta de nossa cidade Martins Eliseu Ventania, que foi um grande cancioneiro...


E falar o que de Patativa do Assaré?


E falar o que de Borges?


O que afinal forja um poeta!?


Que falar de Drummond?


Manuel Bandeira?


Tiago de Melo?


Manuel Bandeira?


João Paraibano?


Pinto de Monteiro?


Estou apenas descobrindo...


Uma vida não seria suficiente...


E o grande Leonardo Bastião?


E Padeiro?


...


Salvo o absoluto...


E entender que tudo foi gerado numa aula de português?


Numa mente jovem com vontade de vencer.


Numa mente que acreditou numa ideia.


Que a palavra tem poder de mudar o ser.


Mestre Oneide!


As suas aulas me encantaram mesmo sendo pura abstração...


Mario Quinta naquele poema me fez viajar e agora terminado esse universo.

sexta-feira, 21 de novembro de 2025

Assim é

O vento tem seu ritmo, o vento tem seu tempo e canta conforme o tempo e o ritmo. O vento da manhã é diferente do vento da tarde e ou o vento da noite.

Suave pela manhã, intenso à tarde e veloz e frio à noite.

Como sei de tudo isso porque sinto.

Porque ouço, porque penso.

Nos ritmos e no tempo parte da matéria que me construe.

Meu alfa

Aprendi a ler,

Lápis e caderno, um quadro negro e a professora.

A professora professou as vogais e o alfabeto.

Foi bem devagar que me pus a pronunciar

o A, É, I, O e U.

Depois veio o alfabeto...

A, B, C...

Foi professora Livani que me ensinou.

Esse foi meu alfa.

 

sábado, 27 de março de 2021

54. Madrugada

É madrugada,
Silêncio total,
Vinícius acordou, 
Se virou querendo tetê.
Mamou, trocamos e voltou a dormir,
O papai perdeu o sono.
Tá perdido no celular.
Até o sono voltar.

segunda-feira, 8 de março de 2021

23. A caixa de ferramenta

A lembrança tem seu encanto,

Por vezes, nos causa espanto,

Na infância era tudo diferente

Em casa pouca coisa tinha a gente


Para nossa pequena lida tinha 

Enxada, enxadeco e chibanca, 

Até uma velha campinadeira

Para o mato da roça campinar

 


Roçadeira,  facão, foice e machado,

Para tirar forragem e madeira

E o gado alimentar e o curral cercar

Um velho morão de pegar e vacinar


Na casa velha havia uma caixa de madeira

Cheia de traquitanas como pregos, 

Alicate, troques e martelo, suvela,

Serrote, pua e plana gostava de chafurdava


Então foi num ano pela tarde

 A uma escola fui pra lá levado

Todo mundo em fila estava sentado

Me deram um caderno e um lápis


Num quadro verda a professora 

Explicava que riscos eram sons

A - E - I - O - U   e A, B, C...

Vogais e alfabeto

Um caderno e um lápis


E a incompreensão e insubordinação

Tinha como punição um puxão 

De orelha... Ardia e queimava,

Acho que não ligava pois sempre repetia a ação


Ah lição complicada,

Do ABCD chegar a entender o mundo

Que paciência e perseverança,

Largar a infância e se abraçar a responsabilidade

De ler e entender o mundo pelas palavras


As ferramentas de casa eram muito mais simples,

Mas a coragem faz o guerreiro,

Aos trancos e barrancos passava de ano 

E ouvia um elogio e um livramento passar de ano,

Ouvia com prazer que ao menos era inteligente,


Ouvia dizer das aparências com Françuar 

Comparado até nas astúcias assim cultivava 

Minha inteligência pequeno era o mundo

E grande a imaginação...


E ouvi dizer que Dona Lenita era mais rígida,

Mais valente, então o medo me adestrou,

Tomei de primeira as lições, aprendi o que achava

E pontuava as escola, passei por média,


Entre ditongos e tritongos... a Bahia e o Paraguai,

Algo era uma luz e deixara de ser cruz,

Na Serrinha Grande foi a vez de Conceição,


Professora do sertão

Que chegava a serrinha,

E rezava toda manhã,

Agora mais liberdade,

Agora mais responsabilidade,


Três litros de leite e a sala de aula,

Na vergonha vendia aqueles litros,

E o dinheiro a mamãe dava,


Na escola sempre passava...

Quinta série essa foi um destroço

Era muito o alvoroço,

Estudar com professores,


Esperar aula de educação sexual,

Fui expulso da aula de religião,

Fui para quarta avaliação em matemática,

E em ciências, quase reprovei,


Ainda lembro do olhar de severo

De dona Rivete,

Lembro de Cleiton e Primo Valdene...

Edineia, Cileuda, Alessandra e Joesilha,


Sexta série Chaguinha de Viriato me salvou,

Como ave em arapuca,

Fugi de um bagunça nas últimas,

E Chaguinha professor de matemática e ciências

Me salvou da matemática,

Nas ciências me apeguei,


Adivinhe o por quê,

Ali descobri minha inteligência

O livro cheio de imagem,

De bichos e sistemas,

E Chaguinha contava as histórias do Colégio Agrícola de Jundiaí...


Muito obrigado professor,

Na sétima série não esqueço

Aula de geografia,

O mestre José Silva descrevendo as ilhas Polinésias e Melanésias...

Tomava a lição,

Naquela grande inverno,

Para a estrada ia o gado pastorar,

Com o caderno na mão

Aprendia geografia, 

Virando as pedras brancas do Barroso

Em busca de escorpião,

Ai veio o professor Luiz Silva também da geografia,

Tomei gosto pelas boas notas.

Na oitava série o destaque foi Ledimar,


Professora Perpétua e Genilda,

Desculpe mas português não era minha praia...

Lembro da tarde que Drummond morreu,

A professora Genilda falou com muita tristeza.


Essa dificuldade da língua ainda carrego,


Em Martins teve a fabulosa Janildes de biologia,

O fantástico Pedro de matemática,

Oneide e Fátima de Português,

O que dizer da generosidade de drs. Moacir e Luizinho,

Josineide de inglês,

A professora de literatura que me fez pela primeira vez ler o mulato

Dona Marta esta apostou na gente...


Me divertia mesmo era na biblioteca

Ali onde ficava dona Bebeta...

Lia os livros de contos...

Fernando Sabino...


Naquelas noites frias da serra,

Não estava só tinha minhas irmãs

Nossos vizinhos e vizinhas...


Sabe os caminhos foram tortusos,

Mas descobri a caixa de ferramenta de Foucualt muito cedo,

E não teve um dia em minha vida

Que não tivesse um aprendizado,


Agradeço a todos que me ajudaram

E principalmente aqueles que me apoiaram,

Aqueles que vieram e se foram,

Seria impossível descrever...

Dedico tudo que sou a mamãe e a papai.

E fico por aqui.


22. Para além

 Às vezes, a gente fica concentrado,

Fazendo atividades cotidianas,

E ouve sons de coisas humanas,

Som de longe distinto e perturbado,


Parece que ouvimos o eco do tempo,

Parece que nos perdemos no espaço,

A gente sente intensa nossa individualidade,

Sente o quanto somos solitários


Talvez tenha tido essa sensação

No estalado a queimar a maravalha,

No ferver do café com água que borbulha,

No chiado da chuva longe que vem chegando,


Na solidão noturna ouvindo um roncar...


Coisas humanas,

Coisas humanas,

Coisas humanas,


Pulsações da vida,

Que renega até a morte a morte,

Esse medo do desconhecido,

Aprendido desde o ser um bebê.


Agora ouço longe

Roncos de motores,

Ecoando nas ruas,


Longe muito longo vou,

Estou no meio do mato,

Ouvindo roncos de motores

Ecoando nas gargantas das serras,

Ecoando entre as caatingas...


Quem desconhece a cinza

Que se faz ao apagar crepuscular

De cada dia, o cantar da ave maria

Na voz de Gonzaga...


Esse profundo eco

Espelho do tempo,

Eternidade momentânea,

Num ponto é fiado é tecido

O presente e o passado

No ser...


Agora a compreensão que o entendimento está para além da experiência.


sábado, 25 de julho de 2020

49. Percepção

O sol arde murchando as flores,
As plantas mais aromatizadas 
São as mais duradouras,
Os cheiros, as cores e os sons deste lugar,
Lugar meu, terra minha,
Aproximação de minha essência,
Porque as coisas daqui são simples e me faz muito bem.

domingo, 30 de dezembro de 2018

Transformação

As estações do ano,
O pó do verão,
A lama do inverno,
Plantas em flores,
O sol, o nublado e a chuva,
As aves cantando,
As árvores e arbustos se enramando,
As flores florindo,
Os frutos se frutificando,
Os livros sendo lidos,
A compreensão,
O entendimento,
A experiência,
O conhecimento,
A consciência,
A percepção,
A vida.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Meio dia

Eu vejo o mundo não mais com o olhar de uma criança.
Vejo o mundo sob o olhar da experiência, da viva vivida.

Hoje, aprendi o nome das coisas.

Aprendi tantos substantivos e adjetivos e verbos.
Aprendi a ver a vida pela realidade.

Muitos dos meus primos sonhos já não me pertencem,
Eles partem com os anos que passam,

Perdem o sentido...

Talvez fosse mais simples ver o mundo com o olhar de uma criança,
Mas seria meio ser bobo?
Talvez?
Ao menos descobri Borges e Sartre... e tantos outros
E aprendi tanto com a vida.

Mesmo assim, diante de tudo isso, aqui estou
entre a cama, a janela e o computador...
Vejo pela janela
Uma bela sibipiruna, uma pata-de-vaca florida
E um céu nublado.

domingo, 9 de dezembro de 2012

Natureza do divino

O que nos prova a existência do divino?
Acho que o céu azul,
a chuva chovendo,
o vento ventando,
as flores cheias de cores desabrochando,
as flores florindo,
o rio correndo,
as aves cantando,
estrelas brilhando,
a vinda surgindo e partindo...
Tudo prova a existência
do divino...
Mesmo que tentem dar outro nome,
tudo é tão belo para
surgir do acaso e do tempo...
Essa tentativa.

domingo, 11 de dezembro de 2011

As coisas

Tantas coisas posso pensar sobre a vida. Coisas boas ou ruins. Posso filtrar muitas destas, mas  não posso me livrar de vivê-las. Afinal tudo faz parte da vida,  ou melhor a vida é o todo e não partes. Quem seria eu se só conhecesse as coisas boas e desconhecesse as coisas ruins? Mas o fato é que muitas pessoas tiveram a sorte ou azar de viver só as coisas boas. Desculpe pelo substantivo coisas, mas entendo e muitos entendem então opto pelo que mais pessoas entendam, os que não gostarem nem leiam. Enfim, muitas coisas acontecem em nossa vida e não temos domínios sobre ela. Por exemplos, não escolhemos nascer, nossos pais ou as condições que nos e dada quando nascemos. Tive a sorte de nascer e crescer num sítio, você pode esta pensando é ele teve sorte, ao mesmo tempo outra pessoa pode dizer tive a sorte de nascer numa cidade grande, mas todos somos unanimes que nascer com o mínimo de conforto é o básico, no entanto, há pessoas que nem essa teve essa sorte. Foram jogadas no mundo, tiveram apenas o ato de nascer e depois foram abandonadas nas ruas. Feito animais necessitam buscar o que comer. 
Bem quantas coisas poderia escrever, mas não sei o que escrever, porque muitas vezes as coisas querem ser escritas, as vezes as ideias elas criam vida na cabeça da gente feito berne vai nos consumindo por dentro.
E então quando vou fazer um texto as ideias tomam conta de mim e querem sair, ganhar substância, se materializar. Algumas coisas me revoltam, as coisas ruins por exemplo as vezes são tão fortes que me deixam triste.
E muitas vezes as pessoas tentam explicá-las usando astrologia, coisas ocultas, outras vezes acham que a fé vai nos livrar. Sei lá, somos todos malucos e pensamos tantas besteiras na vida. Não pensamos em nada substancioso.
Na verdade estamos sempre tentando explicar o inexplicado. Viver é tudo e nada ao mesmo tempo, essa relativização é um problema, mas a vida é autônoma, cada um faz o que quer da sua, mas aceite as consequências.
Acho que perco meu tempo pensando nessas coisas. As malditas coisas "boas" ou "ruins".

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Aurora

Aurora

Tu que me acordas,
desperta minha alma,
e acende meu mundo afora,
vai espalhando cores,
fazendo desabrochar flores,
exalando o cheiro da manhã,
deixando as gramas orvalhadas,
gotas cristalinas filtradas nas folhas,
anunciando a chegada do sol, Apolo,

Aurora

Quando me despertas
sinto que é hora de ir embora,
da cama, largar dos sonhos.

Aurora

Tu que calas os cães,
desperta as aves
e as faz cantar,
e toda a manhã desabrochar.

E renova o meu ser
Cada dia de minha vida.
É matéria para este singelo poema.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Vida refletida

Pare!

Olhe o mundo ao teu redor.
O que você sente?
Qual a sua crença?

O tempo está passando e o que está esperando?

O tempo não existe, mas se não tens objetivo.

De que vale viver.

Se sua vida é um tédio.

Pare, pense e reflita em que você pode mudar, se não tens nada para mudar então
siga em frente, pois há muitas pessoas querendo fazer o que você faz, ser como você é.

Está valendo a pena?

Reavalie.

viver é arte, emoção, construção.

Aonde quer que você vá, onde você estiver.

Você pode mudar tudo em sua volta e transformar seu mundo mais habitável pra ti.

Faça tudo bem devagar.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Sacrifício

Tudo que tem começo tem fim.
Começo meu texto fazendo uma afirmativa, mas não sei onde esta me levará.
Talvez usei essa afirmação para coser um texto.
Bem isso importa? Visto que tenho um dia longo.
Meu dia começa muito cedo, pois acordo as seis e vou dormir quase a meia noite, durmo praticamente seis horas.
Acho que o fim pode ser o começo, pois temos diversas possibilidades.
O fim do meu dia termina quando começa um novo dia.
Só precisamos buscar nas possiblidades a primeira para começar ou para terminar.
assim como termino meu texto.
Podes começar o seu.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Elo

Quantos problemas há no mundo?
Infinitos.
Quantos problemas há no pais?
infinitos.
Quantos problemas há no estado?
infinitos.
Quantos problemas há na cidade?
infinitos.
Quantos problemas há no bairro?
infinitos.
Quantos problemas há na rua?
inifinitos.
Quantos problemas há na casa?
inifinitos.
Qauntos problemas eu tenho?
Infinitos.

Só de pensar que sou apenas uma unidade entre bilhões.
Mas o que ações eu realizo para mudar essa estado.
Talvez não faça muito, mas faço algo.
Acredito num elo entre cada um no mundo, acho que se cada um fizer o mínimo,
seremos capazes de ver essas ações refletirem.

O grande problema é que somos bilhões e precisamos de bilhões de coisas
para suprir nossas necessidades.
Alimentação, vestuário, educação, saúde e recursos para se manter.
Talvez se ao resolver um problema meu resolvo um do outro e do outro...

Precisamos parar para pensar um pouco sobre a realidade da vida, do mundo.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

O novo, percepção, condicionamento, entendimento

O que nos agrada ou desagrada?
Ouves pela primeira vez uma música e o que pensas?
Antes de mais nada esta pode ser agradável ou desagradável, dependendo de suas experiências anteriores se tu associares a algo bom irás gostar, caso contrário não gostará.

Mas qual a mágica em conquistar uma massa de pessoas?
Se somos tão diferentes, o que poderia agradar a todos? 
Qual bom seria algo pra ser aprovado por todos, pelo menos a maioria?

Talvez pare de ler esse texto, nem sequer tenha chegado aqui, mas estou lhes atentando ou questionando você, incitando-o a pensar.
Será que são necessárias memórias para avaliarmos se algo é bom ou ruim,
precisamos comparar para dizer isso é bom ou ruim ou simplesmente tem algo que é bom e algo que é ruim?

Às vezes começamos a gostar de algo quando iniciamos a compreender este algo novo.

Mas o compreender não seria avaliar, comparar?
Bem as vezes pensar provoca em nos um certo desconforto, quer queiramos ou não o ato de pensar é uma avaliação, geralmente quando não temos alicerce para avaliar ai a situação complica, preferimos fugir, mudar de assunto, rejeitar.

Mas nem sempre acontece dessa maneira, pois há formas de avaliarmos, compararmos, desde que esse novo traga em si uma linha de raciocínio, algo que faça por sir só criar uma lógica, que nos incita a pensar e por fim tirar uma conclusão, e nos deixarmos feliz.

Precisamos descobrir que linha racional é essa, bem sugiro que veja sempre busque só mais um pouco, experimente, com cuidado, pois estará sujeita a ver o mundo de uma nova maneira.
O novo pode ser bom ou ruim, mas é você quem vai dizer, visto que na vida,
quase tudo é muito subjetivo.

Últimos dias de 25

 Sassá ama Serrinha minha terra Natal. Aqui têm plantas, animais, espaços, livros, brinquedos, tia Li. Aqui tem o papai e a mamãe e a infânc...

Gogh

Gogh