A propósito do calor. O calor me faz lembrar muitas coisas tais como praia, salada de frutas e a linda cidade de Natal.
Natal é tão ensolarada que já me fez sentir tanto calor. Morei lá entre os anos 2000 e 2006. Vivia na Residência universitária, num quarto com cinco amigos. Nosso quarto tinha apenas uma janela e esta tinha uma grade que até parecia uma prisão. No verão, aquele ambiente parecia ferver. E com esse incomodo era muito desgastante para estudar. Tínhamos apenas um o salão de estudo e por não ter janelas era realmente muito desconfortante e aquela sala era uma sala de tortura, visto que o sol da tarde atingia de cheio a parede deste. O salão não tinha seis ventiladores que quando ligados parecia uma tecelagem de tanto barulho com uma porta única e várias mesas.
Quantas pessoas vi cochilar ao invés de estudar de cansaço e calor. Ia estudar a força. Nos fins de semana ficávamos estudando horas afinco e quando chegava a noite os olhos até ficavam irritados.
O calor fazia tomarmos mais de três banhos por dia, pois suávamos muito.
No quarto eu não tinha um ventilador pra fazer o ar circular e adormecer era uma muito difícil.
As vezes acordava e ia para o pátio sentir a brisa e tomava mais um banho.
Conversava com os amigos e reclamava do calor.
Sentia meu corpo ferver.
A sombra do algaroba muitas vezes atendia o orelhão, conversava um poco, a sandália deslizava de tanto suor.
Nesse período era excelente para secar a roupa no varal.
Calor que me trousse tanta dor,
Me tornou mais resiliente.
A concepção de mundo é subjetiva, sendo a experiência sua fonte capital. O mundo é representação. Então, não basta entender o processo aparentemente linear impressão, percepção e o entendimento das figuras da consciência. É preciso viver, agir e por vezes refletir e assim conhecer ao mundo e principalmente a si mesmo. Aprender a pensar!
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terça-feira, 3 de novembro de 2009
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Gogh