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domingo, 1 de março de 2026

Um caminhar

Desde o momento que despertamos para a vida. Desde o momento que a consciência se torna autoconsciência, nossos pensamentos toram vidas em nossas mentes. Somos sujeitos. E as palavras tem ganham significado. Despertamos para a vida e dessa forma a toda forma de sentimento. A humanidade vai alvorecendo em nós. As vezes a chuva silencia o nosso pensamentos, penso que assim somos plenos por breves instantes.
Então, numa manhã de sábado em algum lugar na terra um indivíduo desperta como sempre o faz cotidianamente, exceto pelo fato de ser sábado-feira. Para esse indivíduo de onde veio sábado era dia de feira. Toda sua mente foi organizada neste sentido. A idade chega a todo mundo e com o tempo sábado é dia de limpeza. E mais ao longo do tempo quando se tem um filho, sábado é dia de sair e gastar as energias do filhote. Então uma nova rotina surge, sendo então parte da rotina dia aos zoológicos, aquários e jardins botânicos.
Pois bem, nesta manhã, a chuva me deu essa frase... a chuva silencia os pensamentos. Falo isso porque meus pensamentos, movidas pela heurística da disponibilidade... algo no jardim botânico me impactou profundamente, não sei se pelo fato revelado, mas me impactou. Nós três, e uma turma de 27 pessoas fazíamos uma trilha. Cheia de revelações naturais, os obstáculos compostos de troncos e solo irregular; os animais ali presentes, e as mais variadas formas e cores e texturas dos troncos, folhas, folhas e frutos... Atento ao momento, acho que ali, meu pensamento estava em silêncio. Num determinado momento no meio da trilha me impactou. Um trio um moço e três moças ao pararem para fotografar o tronco da munguba árvore da távola... este trio fez uma foto dos pés. Uma foto intencional? Não sei, mas minha esposa expressou a interessante idéia de fotografar os pés. E imediatamente eu me lembrei que havia fotografado os pés de mamãe e papai num determinado momento. A gente fotografa para ter a memória. A gente fotografa muitas vezes guiado pela causalidade. Já que a causalidade é algo que aponta um determinado destino. Qual é o destino da vida? Por isso fotografei os pés de meus pais sem que dessem por isso. Não conhecemos tudo dos que conhecemos e há uma reciprocidade nisso,
Ai um momento se revelou potente. Havia um obstáculo, um tronco lindo de um Aspidosperma discolor, popularmente conhecida como canela-de-velho, Nada teria se revelado para mim se tivesse mantido o silêncio. Mas disse essa planta se chama canela-de-velho. Então uma pessoa do trio se revela dizendo: - Canela-d-velho é aquela planta que se usa para fazer o remédio? Disse que não que o nome em decorrência a forma do tronco. Aquela canela era uma outra que também tinha na mata. Então ela disse que usava muito, pois tinha distrofia muscular. Após ela dizer isso, olho para ela, presto atenção nela que vai a minha frente e percebo a dificuldade de andar. E a fotografia dos pés passa a fazer sentido para mim. Pelo histórico que conheço desta doença, aquela moça estava num estágio. A experiência nos dá um peso muito grande as coisas. Conheci uma pessoa na minha cidade com a mesma sindrome que estava num estágio mais avançado e a paralisia era o fim. Os meus pensamentos apagaram a realidade. Fui ao racional da alma. E fui humano, meu coração se encheu de piedade. Esqueci que a eternidade está no momento vivido com intensidade... Naquele momento me desvinculei de minha realidade e vivi outra realidade. Então despertei e fui em busca de meu menino. Ele estava autônomo demais. Então em que estágio estou na vida?

A chuva me fez esquecer esse momento. Agora o calor incomoda e me faz encerrar o texto.

Era isso.

O verde oliva, 

A rocha que ronca,

Uma campina,

São Francisco...

A vontade é tudo


terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Guabiroba florida

 No bosque perfumado,

A guabiroba está florida,

O chão está todo pintado,

Flores fonte de bebida


O som de abelhas zoando,

Voando em sua lida,

Polém e néctar coletando,

Numa flor toda partida


botão e botão desabrochando,

A flor velha toda varrida

Das abelhas se banhando

De polém toda suprida,


A manhã amanhecendo,

A florada já tá passando,

E isso tudo acontecendo,

E o fruto tá se formando,


Só resta agora crescer,

Em cada amanhecer,

O fruto vai aparecendo,

Aos poucos amadurecendo,


Doce vinho vai ficando,

A passarada vai se chegando,

Doces frutos devorando,


Suas sementes vai dispersando,

Para longe está indo,

E assim vai se fechando,

A reprodução de mais um ano.


Esse encontro acontece,

Cada ano que se passa,

E a gente até parece,

Que nem ver o que se passa.


O pulsar e o passar...

Sempre se repetir.

A planta a reproduzir

E a gente nem percebe...



Dante e Dumont

 Dante o elefante ficou perturbado quando quis soltar um pum. Não segurou e Pummm. Na mente dele ia ser o fim do universo. Quando soltou viu que não foi nada disso. Dumont seu primo é artista um materializador de ideias ver com os olhos e faz com a tromba. Um dia uma girafa achou lindo as listras das zebras e queria tê-las foi Dumont quem as pintou, criando monda na bicharada.

Dumont é da mesma manada de Dante, mas tiveram que seguir caminhos diferentes. Dumont era artista. Até porque as vezes ele perdia a inspiração. Como aconteceu uma vez. Estava voando de balão com uma faixa preciso de inspiração e a Girafa Rafa lhes deu uma direção. Com seu trabalho como artista ganhou tanta comida. Ai acabou aquela atividade então ele foi para a índia visitar seu primo balu o elefante azul.


sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Alma de poeta

 Um poeta se dispõe a pensar e o mais laborioso escrever.

Um poeta organiza suas ideias. Ele transforma o momento efêmero em beleza e substrato para o pensamento.

Poetas, acho que morrem de medo da morte. Descobriu que nas palavras pode se imortalizar.

Um poeta ver a beleza e a põe em palavras. Ele usa os sons para rimar. 

Tem poeta de todo jeito. Uns agricultores como patativa do assaré.

Os poetas eruditos não o entenderiam pois são se Capela.

Um poeta professor como Anacleto. Esse tem um pensamento cristão. Sua poesia é linda cristã e divertida.

Um poeta pintor como Vandembergue... só fez um livro, mas é maravilhoso. Sua poesia é visual?

Um poeta Lino Sapo que como o rio ao receber água nova ganha potência e vai levando o amor a frente.

Um poeta que canta como Ivanildo Vila Nova... Valdir Teles... 

Um poeta da serra um cancioneiro Eliseu Ventania foi o poeta que vi papai admirar.

Que ilusão definir os poetas...

Os primeiros que descobri e amei foi Bandeira e Drummond.

Sou pobre nesse quisito.

Aprecio o bonito e perceptível.

Tem um poeta maior Manuel de Barros...

Ah! Pantanal de juma minha primeira paixão...

As aves, as águas, os lagos e os rios. A imaginação dá um brilho a realidade...

Só desprendidos de nossos desejos podemos ver a realidade como se apresenta.

Ser poeta... uma vontade.

Mas ai...

domingo, 15 de fevereiro de 2026

O eu

 Olha o céu!

O que pode ver o firmamento azul e as nuvens alvas.

Nuvens de forma amorfa em constante movimento e transformação.

Tão inconstante é a atmosfera.

Assim é a mente humana.

O azul, o amarelo e o vermelho.

O triângulo.

Os números arábicos: um, dois e três.

A unidade divina.

O absoluto.

O movimento.

O dualismo.

O signo...

O som, as imagens, cores e formas.

A busca.

A razão.

O espaço eterno e o tempo seu testemunho.

O tempo a imagem da eternidade.

O eu...

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

A chuva, a manhã e eu

 Amanheceu chovendo,

A chuva suave e silenciosa,

A luz pouco difusa e silenciada pelas nuvens chuvosas.

Ali na mata as árvores estáticas a gotejar.

Silêncio total.

Vez por outra canta uma sabiá,

Uma garrincha, um gatuno...

O resto é silêncio!

Luzes apagadas, 

A calha começou a cantar...

A luz branca da sala,

Mostra nossa fotografia, 

Mamãe, Vinícius e eu,

Mostra brinquedos de Vinícius bebê,

Mostra sementes,

Mostra livros...

Círculos, cores,

Presentes, 

Ídolos...

A placa amarela da moto titan 1997 de papai...

NE 464 - Martins RN...

A luz, o som e o clima e minhas representações.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Reviver o poço da pedra

 No poço da pedra sol azul, sol radiante, calor intenso, em janeiro profundo e a caatinga sedenta.

O chão empoeirado o solo esturricado.

O cardeiro, o Xique-Xique, e o coroa de frade cinzento....

A tarde dourada recebe a noite enquanto os beija-flores beijam as flores das coroas de frades,

Flores rosas, pequenas, delicadas, protegidas, tímidas repletas de polem,

Conversa vai e vem...

E a noite chegou quente adoçada pelo chá de erva doce e o bolo quente de leite de Ana Celina...

E a noite caiu,

A conversa com seu Nelinho Escobar na casa de canto,

O cururu poncio comendo carne de sol ofertado por Vinícius e sua mãe...

A uma da madrugada e promessa de chuva, as uma e meia uma pancada de chuva e uma animação três baldes cheios... E o veio Zé acordou, e o relâmpago prometeu e a chuva se pôs a chover matando a sede do chão, da mata, do grande e vasto sertão.

Meu coração de sertanejo em sintonia bate feliz com a chuva apressada...

Baldes e tambores cheios de água, de esperança de som de paz.

Amizade e um lugar

 Onde estou?

No sítio de Pedro e Dulce no Capim PE.

Como cheguei aqui por meio da amizade.


Os anos se passaram e a nossa amizade só aumenta.


Estamos numa pequena chácara onde se cultiva manga, coco, limão e umbu.

ADeus professor de música

 Ontem, foi velado o corpo do primeiro e único professor de música que conheci em Serrinha dos Pintos. Viveu a maior parte da vida nas Chechas. Tinha uma família grande que conheci desde que fui para a escola na Serrinha Grande. Chico de Laurentino músico que ganhou a vida ensinando gerações a tocar um violão.

Reflexão ao lado do amor

 Aqui deitado com os pés e as mãos geladas. Vinícius dorme tranquilo ao meu lado. Então, pensando no tempo, esperando pelas chuvas me veio a memória como um turbilhão que tudo tira do lugar. A mente matemática ou memórias numerais que nós faz pensar no tempo. A primeira grande provação em minha vida e porque não nossa dos meus irmãos foi a seca do ano de 1993. Aquele bendito ano que só caiu uma chuva e que meu avô José Neves dormiu na eternidade. Foi um ano tão cruel que mudou nossas vidas para sempre. Nós vimos todas as nossas melhores fruteiras morrem de sede. Foram os cajueiros, as goiabeiras, bananeiras, mangueiras... Papai vendeu os poucos bichos e foi embora para São Paulo em busca de recurso só quem restou foi a caatinga cinzenta e espinhenta. O sol ardeu de janeiro a dezembro. Ficamos ociosos, esperando nossa ração do café, almoço e janta. A globo cadenciava nossa vida, nossa escola, nossos professores, nossos vizinhos todos no mesmo barco. A gente tentava ri para vencer as adversidades. Naquele tempo tive certeza de que alí nunca teria uma estabilidade e o tempo cadenciaria nossas vidas, provaram os fortes e quantos de nós não foram morar longe e quantos nunca voltaram. As chuvas, não a água era e é nosso maior recurso. Vi nosso sítio se tornar uma área Cerqueira, nosso irmão mais velho nos ajudou junto com papai. A gente, depois deixaria nossa terra natal. E bom, alguns de nossos cinco  irmãos, decidiram não voltar mais. Uma voltou para cuidar até o fim dos dias de nossos pais e alí ficou. Eu como moro perto sempre volto. A casa agora é enorme, nosso cenário de alegrias e de dores está ali. Agora flerta com mais um ano seco.

Passamos 21 aguardando as chuvas e nada. Agora tive que partir e deixei nossa casa com o coração de beija-flor. Do alto dos 46, após permear e buscar entender ciência e filosofia encontro paz na fé coisa que meus pais e avós encontraram. A caatinga e a seca devoraram nosso sítio e andando na caatinga encontrei as marcas do passado o buracos das palmas que papai plantou, troncos ou marcas destes que os cajueiro deixaram. Apelar para Deus...

Ainda dorme Vinícius e eu aprecio o momento com essas duras memórias atemporais.

Plantar e semear

 Plantamos um umbuzeiro ao lado do terreiro.

Trouxemos de João Pessoa, mas veio de Campina Grande.

Plantamos a noite um dia antes de viajar.

No dia de reis 6.1.26.

Plantei com Vinícius.

Ontem semeei Timbaúba, cumaru, mucunã e angico...

E assim foi um maravilhoso dia.

Quando estou na minha casa

 Poder sentir este lugar,

E reviver suas sensações 

É algo divino,

Íntimo e particular.


Após tanto tempo 

A sentir saber o 

Quanto o conheço,

Mais que qualquer coisa na vida.


Aqui conheço melhor,

As manhãs, meios dias e noites...


Aqui sinto-me em casa e em paz...


Aqui tenho certeza 

Da eternidade do espaço,

Aqui tenho a certeza da sutileza da vida.


Pois a vida me ensinou.


Aqui habito o lugar 

E o lugar habita em mim.


Este céu em todas as suas faces.


As plantas e seus acidentes.


Não preciso definir nada, apenas sentir.


Esse sentimento que me preenche,


Essa consciência cósmica.


Quem haverá de sentir um dia?


Na minha terra natal.

Quando estou na minha casa

 A tarde cai suave, clara e fresca. O vento soprou pela manhã do poente e agora sopra do norte. O sol já está pleno no poente. O céu tem um azul claro e lívido. O cajueiro, catolés e palmas conservam o verde na paisagem. Na barra da calçada espadas de são Jorge embelezam a vista e duas vincas adornam com suas flores flores pentâmeras alvas e rosas ... Tudo isso disposto num sutil e suave sossego onde se pode viajar no tempo...

O espaço é eterno.

Um amanhecer

 O céu azul com nuvens de algodão.

O cinza da vegetação, o verde das cirigueleiras, cajueiros e uma pintombeira. 

O som do vento nos ramos difusos.

O canto do sanhaçu e do vem-vem.

O som doce do metal do filtro do vento.

E as memórias que afloram das impressões, sensações.

O que é tudo isso?

Parte de mim, vivo que percebe,

Parte de mim atemporal.

A mente atemporal 

Guiada pelos universais.

Um sabiá corrochiou.

Meu peito estremeceu de alegria uma memória azul de mamãe.

Essas coisas, como diz meu filho.

Saracura

 A saracura cantou hoje cedinho.

A última vez que a ouvi cantar aqui em casa de papai.

 Essa última vez marcou Antônio de Doquinha estava aqui conosco.

Papai ouviu, mamãe ouviu, Antônio ouviu e eu ouvi.

Éramos espectadores ou a saracura era uma espectadora.

Três potes... Três potes... Três potes...

A saracura está adivinhando chuva.

Tá tudo tão seco.

terça-feira, 23 de dezembro de 2025

Fluxo do tempo

 Após uma longa seca, ontem à tarde, 22 de dezembro 25, finalmente caiu uma chuvinha. O tempo esfriou e a noite nasceu nublada. À noite, antes de dormir, trovejou muito. Dormi a noite inteira. Agora que acordei e fiz minhas rezas, estou a contemplar o mundo com os ouvidos e com a pele. Ouço tudo que acontece lá fora os veículos a passarem na estrada, e todos os pássaros a cantarem, sanhaços, cabeça-vermelhos, rixinó... O tic-tac do relógio, o zunido do ventilador. Sinto o frescor da manhã nova que chegou e vai me dando tempo e graça de vida. É quase a última semana de mais um ano.

Estou muito grato com o ano que vivi.

Meu filho está forte e feliz, já está quase lendo.

Tudo em minha vida é uma benção.

A existência é um fenômeno.

Ser é existir.

Existir é intuitivo, é imediato...

sábado, 20 de dezembro de 2025

Nossa casa

 Nossa casa aconteceu.

Nossa casa nasceu do amor,

Nasceu do trabalho e do suor do meu pai.

Da dedicação de mamãe a família.

Nossa casa surgiu um dia e se transformou em um lar.

Nossa casa foi criança, nova e cheia de barulho, bagunça e alegria,

Nossa casa nunca estava vazia.

Nossa casa foi pequena e depois engrandeceu.

Nossa casa foi baixa e depois cresceu.

Nossa casa teve várias cores...

Foi amarela, foi rosa, foi Verde e foi  azul.

Nossa casa tinha mãe e pai.

Nossa casa passou por tantas coisas, alegrias e tristezas.

Nossa casa teve sentimentos...

Nossa casa assistiu nossa chegada e nossa partida.

Nossa casa descobriu as doenças do fim.

Nossa casa velou meus pais.

E ficou grande, velha e vazia.

Ainda sim é o nosso lar.

Seus netos nossa casa não tem tanto amor.

Nossa casa, neto é neto.

Nossa casa é agora a casa da tia.


Nossa casa no natal já tem aquela festa ha cinco anos,


Nossa casa o Natal perdeu o brilho...


Nossa casa é católica.


Nossa casa tem Maria, tem José, tem Jesus de Nazaré.


Nossa casa tem são Chiquinho.


Nossa casa não falta amor aos animais...


Gato, cachorro, gado, galinha e pato.


Nossa casa fica feliz com nossa visita...


Sorri de portas abertas...


Nossa casa um dia será por si.


Sois forte, existente, sois parte de nos.


Seus átrios preenchem nossas mentes de memórias e de saúdes...


Nossa casa como é linda, como amo te ornar.


Guarda lembranças do meu amor por papai, canecas de porcelana, um boi e um jaguar, imagens...

Fotografias, documentos...


O que é a nossa casa.


Nossa felicidade e nossa existência.


Nossa casa paciência com a vida.


Nossa casa é nossa vida, nossa vida vivida.

terça-feira, 9 de dezembro de 2025

Amor ágape

 Semear o amor,

Aqui, alí e aculá,

E encontrá-lo na flor

Ou no riso do bebê,

É muito fácil.


Encontrar o amor 

Na dor, na fome,

No choro isso é impossível,


Nesses momentos é preciso doar o amor...


Encher nosso peito de amor 

E doá-lo sempre...


Estimularmos sempre 

Para que sejamos amor.


Semear e cultivar o amor

E assim colher e doar amor.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

Gratidão

 Na minha vida parecia haver um vazio. Como a gente é perdido da vida quando é jovem. Vazio nada, meu mundo era amplo e maior do que eu conseguia ver. Eu tinha pai e mãe e avós e tios e um lar e bichos e tanta coisa. As Músicas que enchiam minha vida de esperança Padre Zezinho... Tínhamos Deus em nossos corações e todas as suas extensões nos sentimentos amor, paz e alegria... Tudo isso me enche de alegria e gratidão. Vejo o mundo com a doçura do meu, a suavidade da brisa antes da chuva, universal como seu cheiro... Gratidão.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

Via, além do mar

 Jesus Cristo é luz e amor

E são Francisco nele se inspirou,

Frei Damião ele professou.


Aprendi a rezar o pai nosso e nunca mais parei de orar 

Essa oração que Jesus deixou,


Em Canindé romeiro não para de chegar 

Para sua fé em Francisco professar.


No interior da Paraíba, e do Pernambuco 

Frei Damião é inspiração de força,

Amor e fé...


Jesus, Francisco e Damião Pilares de nossa existência,

Exemplos de fé, resistência e amor,


Frei Damião aqui pisou, a professar 

A fé em Cristo...


Quem sou eu nesta

Historieta

Um devoto que só 

Tem a agradecer 

Por tudo de bom

Para a vida nestes mestres da vida

No Cristo 

A minha melhorar.

Mudança de estado

Sob o solo as raízes sustentam,  Um eixo cinzento, Um tronco que se ramifica sustentando folhas  Alternas em espiral, No ápice do eixo, Um c...

Gogh

Gogh