Tempo que tempo.
Na natureza, o verde da mata.
A intensa luz do sol.
O canto distante da patativa.
O eu pensa no eu.
Desperto da realidade,
O eu deseja boas sensações.
Não tem ideia do limite da intensidade da sensação...
Sensação boa que se intensifique.
Sensação ruim que se acabe.
Sem nenhuma noção da realidade.
O que importa é a sensação.
Ah inocência...
Como é belo o som da patativa,
no oco do silêncio do mato.