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07/04/14

Primeira noite

Por que um galo canta a noite?

O cantar do galo a noite
É simplesmente algo sinistro.

O que ele anuncia?
E anuncia o advento de um novo tempo.
Para uns um agouro
Foi como aprendi na infância.
Para outros presságio.

As aves não cantam para atrair suas fêmeas,
Não seria semelhante com o galo?

Quem não tem na memória o canto de um galo na madrugada.
É sinistro porque é sempre igual,
Mais parece que o tempo parou.

Era igual com meus bisavôs, avôs e pais.
Será um canto eterno.
Ou seria o eco do tempo?

A gente guarda viva na memória
O canto do galo a noite
ou na madrugada.

A cena é a mesma em qualquer lugar.
O escuro frio da noite,
A luz fria da lua,
O céu estrelado,
As vezes luzes apagadas,

O vento soprando,

As estrelas brilham no céu,
Muitas vezes parecem um brilho de lágrimas.
E o galo bate as asas.
PAPAPAPAPA,
Enche o peito e
Cococoricocóooo.
Ouvi o galo cantar
E agora a noite de sono vai iniciar.
Ah, memórias, histórias...
Serão só minhas?



19/11/10

Medo do fim

Como tudo na vida!
Não tenho a pretensão de escrever poesia, pois meu conhecimento é muito pouco do tema. E meu amor ainda é pequeno, mas crescerá com o tempo.

As minhas poesias
São como quadros
Tendo como cor a voz,
Tendo como forma a palavra,

Fazer poesia é uma pretensão,
Fazer é cristalizar os sentimentos, 
As belezas que me afetam.
Então consumo-as enquanto faço,
E guardo um pouco nos versos,
E divido um pouco nas estrofes,

Depois que guardo, as vezes simplesmente esqueço.
Em algum lugar real ou virtual.

Poesias são horas de contemplação e encantamento com a vida,
Em está no mundo, de tudo e de nada.
São formas de ver e sentir a vida.
Meu refúgio, morada de minha alma,

Aquela que vive encantada,
Com qualquer coisa,
Que crer ter a beleza da vida,
Que crer ter a beleza do mundo.

A beleza de minha poesia,
Talvez nem exista.

E por isso mesmo a confecciono.

Uso a poesia na tentativa de definir algo como a vida...

A vida é um mar de dor,
Somos felizes por instantes,
Enquanto esquecemos quem somos,
Da nossa condição humano finita.

O medo é eminente,
Tudo nos apavora,

E só quando esquecemos que vivemos,
Somos felizes,

Mas não ponho em minhas poesias,
Tais misturas, não quero uma poesia bonita,
Com emoção, mesmo que seja esquisita,
Mas que faça bem,
Sinta minha alegria
Que é repleta de magia,
Ou simplesmente é,
Pela condição que a concebi,

Muitas vezes minha concepção,
Não é lá essas coisas,
Mas é assim,
Que vejo o mundo e a vida,
Que expresso a vida

Por aqui podes mirar
Através de meu pensar,
Depois de usar,
Podes guardar ou simplesmente deletar.

15/08/10

Sábado em Buenos Aires

Buenos Aires,
Ontem sábado 14/08/2010. Foi um dia muito longo e cansativo, porém maravilhoso.
Acordei mais tarde as 8h, tomei o café, em seguida o banho. A previsão da radio mitre é que estava fazendo 3 graus com sensação térmica de 1 grau. O dia estava muito bonito, fazia sol, mas ventava bastante. Sai do hostel e fui para a estação do sub na rua 9 de julho na estação independência. Tomei o metro e em seguida cambiei uma estação para ir para a linha verde D, onde tomei o sub e desci na praça Plaza Itália que fica em frente ao zoológico. Onde gastei quase toda a tarde vendo os animais. O primeiro bicho que vi foi um roedor com patas de pato, o segundo os ursos, leões, elefantes, tigre, quanaco, cervo da índia, jacaré, jirafa, resus, araras, suricato, girafa, jegue, vaca, hipopótamo, babuíno, pavão. Em seguida fui almoçar. E ver algumas lojas. No fim da tarde fui ao Jardim Botânico, onde pude apreciar muitas maravilhosas estatuas. A noite fui com uns amigos comer uma pizza na rua Chile. O tempo voa.
Ate logo

30/03/10

Fim de semana

A manhã de hoje foi tão linda,
Antes do sol nascer,
Aurora deixou o mundo claro,
O céu ornado de nuvens,
As nuvens azuis, brancas, pálidas,
Ah! mas as nuvens do horizonte, no nascente,
Estavam rubras, indicando a chegada do sol,
E quando o sol nasceu,
Nasceu sorrindo,
Nuvens se abrindo, para Apolo passar,
O clima ameno,
O som das aves,
O cheiro do mato molhado,
As ruas vazias,
Tudo passa vagarosamente,
Folhas ao vento,
Rubens ao tempo.

15/03/10

Mirar

Mirar no horizonte e contemplar a beleza mesmo que seja uma serra, mesmo que seja o mar.
Mirar no horizonte e ficar a devagar, sobre a vida, sobre os sonhos.
Mirar para o horizonte e ir buscar, ver o que há além da serra ou além do mar.
Mirar para o horizonte e viver a vida, mesmo que sera a buscar os sonhos.
Nossa vida é uma viagem, estamos aqui só de passagem, portanto fazer o que está ao seu alcance já é o suficiente, muitas vezes é preciso paciência conseguir o que se busca.
é presciso calma e paciência pra poder chegar além da serra, além do mar.
é preciso ser grande para viver com plenitude, para realizar os teus sonhos, mas se não tendes um barco calma, contempla o horizonte.

Forma de aprendizagem

 Ontem Sassá ficou muito triste porque não pode levar uma melancia para casa. Fez birra. Na hora, fomos enérgicos. Mas o fato é que sempre l...

Gogh

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