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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Medo do fim

Como tudo na vida!
Não tenho a pretensão de escrever poesia, pois meu conhecimento é muito pouco do tema. E meu amor ainda é pequeno, mas crescerá com o tempo.

As minhas poesias
São como quadros
Tendo como cor a voz,
Tendo como forma a palavra,

Fazer poesia é uma pretensão,
Fazer é cristalizar os sentimentos, 
As belezas que me afetam.
Então consumo-as enquanto faço,
E guardo um pouco nos versos,
E divido um pouco nas estrofes,

Depois que guardo, as vezes simplesmente esqueço.
Em algum lugar real ou virtual.

Poesias são horas de contemplação e encantamento com a vida,
Em está no mundo, de tudo e de nada.
São formas de ver e sentir a vida.
Meu refúgio, morada de minha alma,

Aquela que vive encantada,
Com qualquer coisa,
Que crer ter a beleza da vida,
Que crer ter a beleza do mundo.

A beleza de minha poesia,
Talvez nem exista.

E por isso mesmo a confecciono.

Uso a poesia na tentativa de definir algo como a vida...

A vida é um mar de dor,
Somos felizes por instantes,
Enquanto esquecemos quem somos,
Da nossa condição humano finita.

O medo é eminente,
Tudo nos apavora,

E só quando esquecemos que vivemos,
Somos felizes,

Mas não ponho em minhas poesias,
Tais misturas, não quero uma poesia bonita,
Com emoção, mesmo que seja esquisita,
Mas que faça bem,
Sinta minha alegria
Que é repleta de magia,
Ou simplesmente é,
Pela condição que a concebi,

Muitas vezes minha concepção,
Não é lá essas coisas,
Mas é assim,
Que vejo o mundo e a vida,
Que expresso a vida

Por aqui podes mirar
Através de meu pensar,
Depois de usar,
Podes guardar ou simplesmente deletar.

domingo, 15 de agosto de 2010

Sábado em Buenos Aires

Buenos Aires,
Ontem sábado 14/08/2010. Foi um dia muito longo e cansativo, porém maravilhoso.
Acordei mais tarde as 8h, tomei o café, em seguida o banho. A previsão da radio mitre é que estava fazendo 3 graus com sensação térmica de 1 grau. O dia estava muito bonito, fazia sol, mas ventava bastante. Sai do hostel e fui para a estação do sub na rua 9 de julho na estação independência. Tomei o metro e em seguida cambiei uma estação para ir para a linha verde D, onde tomei o sub e desci na praça Plaza Itália que fica em frente ao zoológico. Onde gastei quase toda a tarde vendo os animais. O primeiro bicho que vi foi um roedor com patas de pato, o segundo os ursos, leões, elefantes, tigre, quanaco, cervo da índia, jacaré, jirafa, resus, araras, suricato, girafa, jegue, vaca, hipopótamo, babuíno, pavão. Em seguida fui almoçar. E ver algumas lojas. No fim da tarde fui ao Jardim Botânico, onde pude apreciar muitas maravilhosas estatuas. A noite fui com uns amigos comer uma pizza na rua Chile. O tempo voa.
Ate logo

terça-feira, 30 de março de 2010

Fim de semana

A manhã de hoje foi tão linda,
Antes do sol nascer,
Aurora deixou o mundo claro,
O céu ornado de nuvens,
As nuvens azuis, brancas, pálidas,
Ah! mas as nuvens do horizonte, no nascente,
Estavam rubras, indicando a chegada do sol,
E quando o sol nasceu,
Nasceu sorrindo,
Nuvens se abrindo, para Apolo passar,
O clima ameno,
O som das aves,
O cheiro do mato molhado,
As ruas vazias,
Tudo passa vagarosamente,
Folhas ao vento,
Rubens ao tempo.

Últimos dias de 25

 Sassá ama Serrinha minha terra Natal. Aqui têm plantas, animais, espaços, livros, brinquedos, tia Li. Aqui tem o papai e a mamãe e a infânc...

Gogh

Gogh