Um dia desperto,
Desperto para o mundo.
A realidade trata de negar minha vontade.
Por defeito ou não de ser quero a eternidade, quero o infinito.
O tempo vai se desvelando,
E um dia desperto.
A natureza me ensinou a amar o belo e o bom,
Não me explicou que há um absoluto,
Que e há o feio e o ruim...
Entretanto a raiz estava ali...
Só há belo porque há feio... é uma escala?
Só existe bom porque há ruim...
Não seria algo totalmente subjetivo?
Não seria a raiz do ego, do eu, do self?
Tantos conceitos, tantas palavras para a mesma coisa.
Ai mora a humanidade?
A humanidade é racional?
Produto da memória?
Não sei, mas...