A mata não fala,
A mata não canta,
Mas a mata encanta,
E a mata é perfumada,
Oras inerme, ora armada.
Na mata mora
Os grandes trovadores...
A bicharada empenada,
Que canta e canta de graça,
Não é uma graça...
As vozes da mata
São de tanta beleza,
Em ordem de cores,
Em ordem de sons,
Em ordem de alma
Que a gente fica encantado...