Ontem, Sassá saiu da escola, soltou umas palavras engraçadas e brincou com seu amiguinho Ravi.
Conhecemos Ravi quando era bem pequenininho, pós pandemia na praça do Rapaz como a gente costumava falar. Ravi com seu avó Zé. Foi ali, naquela época andando com dificuldade que nos conhecemos.
Ravi foi para a escola primeiro. Seu Zé sofreu primeiro o deixar o neto na escola.
Depois Sassá entrou na escola e no ano seguinte Ravi veio estudar com Sassá.
Se tornaram grandes amigos e nós os pais também.
É muito linda essa relação de amizade.
Quando a gente desperta, percebe que passa muito rápido. Conversando com o pai de uma coleguinha de Sassá, comentávamos isso.
E todo mundo diz isso.
Parece que não, mas é verdade.
Essas crianças preenchem tanto as nossas vidas que nem imagino quem seria se não tivesse ganhado a graça da paternidade.
Cuidado com as telas.
Sassá ganhou uma tela, um tablet sem ao menos ser consultado.
Ontem ficou muito angustiado porque queria ver uma atividade.
Meu coração ficou pequeno e mole.
Não deleguemos a paternidade ao mundo...
A gente vai aos poucos liberando para termos tempo para nós.
Bloqueamos os sentidos de nossos filhos as ricas percepções em detrimento de um sentido...
A abração em detrimento da realidade.
Sassá queria.
Mas a mamãe foi firme e disse que não!
Total apoio.
Foram ler os lindos livros...
Obrigado mamãe por ser tão maravilhosa.
É isso mesmo.