03/07/26

Reencontro

 Meu corpo doía quando acordei,

Meu corpo é dono de si, 

Só só um passageiro com sentidos e sentimentos.

Apesar disto, do desânimo, da desvontade,

Minha amiga me comunicou que estaria na feira,

Feira onde nos conhecemos.

Sai da minha sala cambalenado feito meu pai idoso.

O vento levava o calor de meu corpo...

Fui, indo na certeza dum bom encontro,

Encontrar a poeta Lisbeth.

Na feira, fui a banca de seu Eduardo,

Cansado falei de minha falta de disposição,

Mas ali encontrei Lis...

Foi energizador.

Fomos tomar um café,

Pedimos beiju e tapioca...

Tragamos nossos cafés,

Entre versos, entre a apresentação de seu livro BREVIDADE.

Marlene apareceu entregando-me uma oração escrita a mão,

Pai-nosso traduzido do aramaico.

Logo houve identificação Lis e Marlene conversaram feito velhas amigas.

Depois trocamos histórias,

Trocamos alegria de viver,

Definição de poesia,

Tudo tão sublime,

Saímos para ver as flores,

Encontramos dois amigos seus Célia e André...

E conversamos tanto...

O tempo se silenciou...

Tivemos que partir.

A amizade ganha mais laços de forças,

Lis a esposa de meu professor de genética.

Professor Paulo Marinho.

Fecho este texto com carinho.

Nada mais.

Reencontro

 Meu corpo doía quando acordei, Meu corpo é dono de si,  Só só um passageiro com sentidos e sentimentos. Apesar disto, do desânimo, da desvo...

Gogh

Gogh