No fundo da mata,
Sob as sombras
E a luz tênue da manhã
Canta a garrincha,
Canta a patativa...
E ecoa na cóclea auricular,
Ecoa no fundo do meu corpo,
Ecoa no fundo da minha alma.
Belo canto diz a minha alma,
Que maravilha de lar,
Cantam felizes
Pelo amanhecer.
No fundo do meu ser,
Quero sentir essa energia,
Essa alegria singela.
Então o vento sopra suave e silencioso
É fria a manhã,
O vento passa arrepiando as árvores,
Os ramos e as folhas.
Sinto até o frio.