13/07/26

O ar

 O sabiá se calou,

Não é tempo de cantar,

Agora só quem canta é a garrincha.

Aves que cantam de manhã...

Saudade do sabiá,

Quem bom que tem a garrincha,

Se não tivesse, tudo seria silêncio.

A luz do sol começa a imperar.

As nuvens se dispersaram,

Estão sumindo.

Ontem, à tarde, fiquei em extase

Ao ver no céu azul,

Nuvens estriadas...

Tão belas formas abauladas,

Almofadadas...

Essas formas esculpidas pelo ar, pelo vento.

Também é o ar que propaga esse canto agora,

Canto que ouço com contentamento.

Ele dispara saudade,

Mas graça de agradecimento...

Desse desenfreado tempo.

A mudança com paz

 Cada dia que vivo é um dia a menos. Cada hora, cada minuto, cada segundo. Como é angustiante saber disso. Será por isso que o doce é mais g...

Gogh

Gogh