A tarde havia chegado. Após um almoço agradável. Colocou o milho de molho para fazer o xerém. Alimentou o cachorro e o gato com o resto de comida. Antes de lavar os pratos fez a lavagem e levou para o porco. O calor e o silêncio da tarde pede um cochilo. Entrou no quarto a janela serrada. Deitado na cama sente o cheiro do travesseiro. Fechou os olhos e dormiu. O sono de meia hora. Acordou e foi até a área da frente da casa, sentou numa cadeira de balanço e pôs-se a olhar no mundo. Terreiro limpinho, um espelho ensolarado, a estrada de barro, o sítio da frente. Pensou na vida, nos pais idosos, nos filhos e no marido. Pensou na vida. Na engrenagem que é a vida. Deu vontade de tomar um café. Quando uma galinha gritou no ninho da casa velha. Tirando os pensamentos metafísicos da vida. Uma vizinha chegou e começaram a palestrar. Nem recordou do sonho que tivera de seu filho sendo professor numa universidade. Sonhos. Ele era apenas um menino. E tudo se passou tão de pressa. Como se passa um dia...
01/06/26
A mudança com paz
Cada dia que vivo é um dia a menos. Cada hora, cada minuto, cada segundo. Como é angustiante saber disso. Será por isso que o doce é mais g...
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O tempo, Ah, o tempo... Perdido no espaço, Sem tempo! O que é um sem o outro? O infinito? Minha mente, Minhas ideias, Minhas repr...
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Amanhã que virá? Sei lá! E hoje... Bem, acho que posso decidir, Mas apenas o agora e não depende muito de mim. Acho que depende de meu...
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Gogh