18/06/26

Silêncio interno, tempo.

 A manhã ouca

A manhã cresce com o sol,

E vai se aquecendo,

O verão vai acenando.

O silêncio!

Algo silencia em meu ser.

Ouço sons solitários.

Agora canta uma rolinha,

Canta uma rolinha caldo de feijão.

Uma pombinha tão frágil e bela.

De repente!

Silêncio...

É possível esse silêncio?

A cadeira ringe,

O teclado dedilhado soa.

Mas vem o silêncio...

O silêncio, sentido interno,

O silêncio no tempo,

Não o silêncio no espaço.

Espaço e tempo...

Externo e interno.


Silêncio interno, tempo.

 A manhã ouca A manhã cresce com o sol, E vai se aquecendo, O verão vai acenando. O silêncio! Algo silencia em meu ser. Ouço sons solitários...

Gogh

Gogh