Fomos a Pirangi visitar o maior cajueiro do mundo.
Já havia ido há muito tempo atrás quando morava aqui em 2005.
Vimos um gigante vivo.
Vimos que cajueiro com um tronco e 133 anos pode transformar um ser num gigante.
Seus ramos serpeteam na vertical se enterrando e se erguendo sustentando milhões de folhas.
Entre outubro e janeiro produz toneladas de frutas.
Aquele cajueiro é uma atração fantástica. Fez a população conhecer um pé caju que a gente chama de cajueiro. Pertence a espécie Anacardium occidentales e é da família Anacardiaceae do grego... "Ana", igual a semelhante "cardium" coração em alusão a forma da fruta. O fruto tecnicamente é a castanha. Que por sinal é muito em minerais como selênio bom para a mente. Andamos entre os ramos coleantes. Vimos a serrapilheira composta por folhas de caju e plântulas de espécies locais.
Tem vendedores oficiais de suco e cajuína, fanta, cajuína São Geraldo de caju; vendedor de artesanato,
De castanha caramelizada.
Tem lugar para fazer uma fotografia.
E por fim um mirante.
Dentro do cajueiro pude voltar a minha infância ao ouvir o vento cantar nos ramos e nas folhas.
Os ramos cinzentos e estriados...
Afloraram o meu passado.
Ao lado do cajueiro tem uma feira de artesanato com gente linda e sorridente.
E assim fechamos o passeio.