Certa tarde sob uma árvore um homem tirava uma sesta, fazia um imenso calor, olhar para o horizonte dava para ver o ar tremer. Aquela brisa quente, mais parecia o calor que partia de uma caldeira. O corpo suado, a mente a divagar. Então o homem acordou, respirou ofegante, olhou para o horizonte, para a sombra daquela divina árvore. Tomou da cabaça um gole enorme que acabou vazando pelo canto da boca, molhando sua barriga. Um arroto espontâneo veio a tona. Faz três dia que ele procura a novilha que fugiu da fazenda, por esse mundo sem porteira. Respirou profundamente, chamou o cão, montou no cavalo e saiu a caça. Ao sair cavalgando pensou na vida, ainda sentia fadiga da tarde depois de encher a barriga de carne seca e tomar um tereré. Via a vida linda apesar do calor, das condições adversas. Fez um sinal da cruz, agradeceu e continuou cavalgando. A tarde caiu, e nada quando chegava a noite. perto do riu viu aquele bicho arredio, finalmente encontrara a danada pastando numa impulca, estrumou o cachorro e preparou o laço, quando a bicha saiu na planície o laço ligeiro logo agarrou o bicho. Conseguira finalmente encontrar e amarrar aquela bicha. Agora levaria dois dias de volta. Se benzeu amarrou a corda na cela e voltou para casa.
A mudança com paz
Cada dia que vivo é um dia a menos. Cada hora, cada minuto, cada segundo. Como é angustiante saber disso. Será por isso que o doce é mais g...
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Gogh