17/04/11

Brisa da tarde

Suave a brisa sopra
e mexe com as folhas
das árvores que soa
e entoa seu canto.

No meio da tarde,
o calor forte arde,
e a brisa que passa,
soa como cantiga
de ninar, de barrigas
cheias na tarde de
domingo
depois de um lauto
almoço, um doce
e gelado sorvete,
uma coca-cola,
as pessoas fagueiras
deitam seus corpos
e não pensam mais
em nada e ao som
da brisa, do chiado
as folhas, do quase
som da luz do sol
dormem e esquecem
de seus problemas,
de suas vidas,
simplesmente
pegam carona
com o som da brisa
e dormem
até voltar a tarde,
até o faustão
começar a berrar
como bode,
ou melhor,
a badalar como
chocalho.

Noite enluarada

 Antes podia desfrutar às noites de lua cheia em família. Papai, mamãe e meus cinco irmãos. Eu olhava para o céu com um olhar ingênuo. Era t...

Gogh

Gogh