28/03/11

Devir

Quando na manhã o sol brilhar,
subindo lentamente do nascente,
quando o vento o acompanhar,
soprando bem lentamente,

as fruteiras irão acenar,
para o sol, para o vento incontinente,
o jasmim seu aroma vai exalar,
e a todo o campo perfumar intensamente,

as vacas irão ruminar e urrar,
quando a poeira do chão levantar calmamente,
as ordens da maestra a varrer e a cantar,

a vida parece tão plena, bela e eterna,
o vento sopra pra longe a manhã,
e o dia segue o caminho do eterno devir.

Noite enluarada

 Antes podia desfrutar às noites de lua cheia em família. Papai, mamãe e meus cinco irmãos. Eu olhava para o céu com um olhar ingênuo. Era t...

Gogh

Gogh