21/02/21

40. Catolé

Palmeirinha, palmeirinha
Sois um pé de catolé,
Numa touceira pequenininha,
Na infância veio a ser
No barreiro do curral
Está localizada,
Na sombra do cajueiro doce.

Sempre que podia
Sob tua sombra ficava
Olhando o mundo
Seco e quente 

Se um coquinho achava
Com a pedra quebrava
Para deliciar de sua deliciosa amendua,

E então cresceu
E o sítio povoou,
São muito teus filhos,
Muita a alegria,
Encerrando essa poesia 
Na ilusão de esperança

Estapalhando sua prole,
Até o dia que Deus quiser.

A mudança com paz

 Cada dia que vivo é um dia a menos. Cada hora, cada minuto, cada segundo. Como é angustiante saber disso. Será por isso que o doce é mais g...

Gogh

Gogh