02/12/10

Som da Chuva


Agora lá fora,
as gotas de chuva
caem sobre as folhas, e calçadas,
sobre as pedras da rua,
soam tão macias,
tão frias, que gera arrepio,

mas cá faz um calor!
calor enfadonho,
o sons não trás o frio
talvez o vento traga,
mas a chuva não tá pra vento,
ora aumenta, ora reduz,
as folhas espelhadas reluz a luz fria dos postes.


A chuva calma,
enche a alma,
se sonhos, e o corpo de sono,
a calma da noite,
silenciosa e majestosa,
oculta e negra.

Essa noite, noite vazia,
ao som da chuva,
se cala, e cala a rua,
só que soa é a chuva,
gotas da chuva,
caem
uma a uma,
duas, três, quatro, cinco, seis...
infinitos, de repente de uma nota,
a chuva vira uma orquestra.
ruge um trovão longe
oculto na noite,
longe soa o trovão,
não vi seu reflexo,
mas soou,
a noite calada,
segue embalada,
a cantiga de ninar da chuva,
que encanta minha alma,
me traz calma,
me embala no sono.

Deus

Deus pode ser sentido! Deus pode ser visto, Deus pode ser ouvido, Deus! Estava almoçando, Ouvia uma rádio Inglesa, Então começou a tocar a m...

Gogh

Gogh