Três borboletas amarelas,
Voam nas paredes do quarto
De sólidas paredes creme,
Como sorvete de milho,
Com um mural
Com fotos de viagens,
De datas,
De uma arara,
De uma praia,
De um prédio
Do jardim botânico de Curitiba.
E de uma cama branca,
Do chão vermelho
Do guarda roupas preto,
As borboletas voam,
O quarto não ajuda
Pois o vento não entra muitas vezes,
As cortinas claras não deixa o sol ou o vento entrar.
É dezembro
O quarto está quente...
Nenhum comentário:
Postar um comentário