O cheiro da flor do caju me trás boas lembranças,
lembro-me quando criança,
nessa época a vida se enchia de esperança,
logo viria a bonança.
E quando chegava dia da crinça,
minha mãe me dava um brinquedo singelo,
sentia-me tão feliz.
Pleno!
Pois tinha tudo que queria,
um sítio enorme pra correr,
frutas pra chupar,
cachorro, gato, galinhas, vacas e guinés.
Tantos animais.
Minha casa era cheia, minhas irmãs, meus irmãos e meus pais.
Trabalhavamos ajudando papai muito pouco.
Eramos muito unidos, pouco brigavamos.
Lembro de outubro de outros tempos,
década de oitenta e noventa.
Mas o tempo passa e passou,
hoje guardo na lembrança,
vem por outra reacendida pela flor do cajueiro.
A mudança com paz
Cada dia que vivo é um dia a menos. Cada hora, cada minuto, cada segundo. Como é angustiante saber disso. Será por isso que o doce é mais g...
-
O tempo, Ah, o tempo... Perdido no espaço, Sem tempo! O que é um sem o outro? O infinito? Minha mente, Minhas ideias, Minhas repr...
-
Amanhã que virá? Sei lá! E hoje... Bem, acho que posso decidir, Mas apenas o agora e não depende muito de mim. Acho que depende de meu...
-
Muita luz, Aurora se faz antes das cinco, O primeiro crepúsculo revela o mundo, Feito braseiro encarnado que se faz luz, E o tempo inf...
Gogh