Vejo o verde nos campos, a esperança que levo desde jovem, mas não sou mais tão jovem.
Vejo o azul do céu, céu azul, nu, céu em paz.
sem nuvens de algodão, nimbus.
Vejo o dourado das flores, enfeitam os jardins, calçadas a vida.
Vejo o concreto envelhecendo, construção ruindo.
Vejo o riacho espumando, o sabão da casa sabe lá de quem.
Vejo os buracos nas estradas não tenho carro, mas acho extericamente feio, um buraco.
Vejo pessoas, jovens e velhas, mas não me chama atenção o velho e sim o jovem, mas nem sempre serei jovem, nem por isso deixarei de olhar um jovem, talvez quebre meus espelhos.
Eu vejo o mundo mudar, pessoas mudarem.
Vejo a vida passar sem perceber, dia a dia, vivo cada um, driblando a minha existência tendo sempre algo pra fazer, pra dar sentido a minha vida.
Quando não sei o que fazer, minha vida fica um lixo.
Eu vejo... sinto o tempo passar. porque tomo banho todos os dias, eu almoço, janto...
tenho no tempo a segurança de que não ficarei ocioso.
tempo não me falta, mas também não me sobra.
Não sei ser imparcial com o tempo.
One day I sleep of this dream that is the live
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Gogh