14/05/11
Sentimentos
as vezes fico calado e fechado como uma tartarura,
as vezes me perco em meus pensamentos.
Na maior parte das vezes me sinto só, somos
seres solitários é a nossa cina.
Amamos a saudades porque nos apegamos as coisas,
as pessoas, aos sentimentos e as memórias,
mas que podemos fazers se faz parte de nós esses
sentimentos, se constituem nossa essência,
Não sabemos o que sentimos até que pensamos
no que sentimos. Então porque não esquecer
esses sentimentos?
Ora se não podemos ver, nem tocar, por que mesmo assim
cremos. Sabemos que estes sentimentos
não exitem além de nós.
Por isso se vejo o quarto ou a casa vazia,
se percebo que estou só, me sinto triste,
mas não creio que seja de um todo ruim.
Ora, acredito que é um momento para a reflexão.
Posso pensar por exemplo, quem eu sou?
Qual o meu propósito?
Já tentei explicar tantas vezes essas ideias,
mas elas sempre necessitam de um complemento,
por que não se pode definir.
Só podemos sentir
e como o sentimento é subjetivo,
cada pessoa constroi sua definição.
Crendo nisso sigamos então nossas vidas.
São Paulo
13/05/11
Noite
Meu mundo
Universo
Quando sinto a brisa na minha pele,
Sopra suave pela janela,
Eu lembro da brisa do poente.
Lá onde eu morava, sempre que a brisa
Soprava do poente era certeza
Que a tarde choveria.
E as vezes quando estava sentado
Passando o tempo no terreiro
Da cozinha e sentia a brisa,
Já sabia que a tarde, podia tardar,
Mas sempre chovia.
Percebia sempre que era de manhã,
Sempre que era inverno,
Então quando sinto
A brisa soprar através da janela
Minha memória
Como uma flor desabrocha
E revive o momento,
Neste instante sou pleno
E feliz.
Céu
O céu da manhã está tão azul.
Cirros brancos tornam o azul mais claro.
Suave e leve uma borboleta passou voando,
Vinha de algum lugar,
Nem posso imaginar de onde,
Sei que passou leve voando e planando,
Como golfinho nadando saltando e mergulhando
No fundo do oceano, a bela borboleta,
Mergulhava e saltava pra fora da terra,
Mergulhava no céu pleno azul,
Um voo horas errante,
Não sei que sentido seguia,
Talvez nada seguisse,
Voava sem compromisso,
Voava por voar, talvez para
Exercitar suas asas,
Ou estava a espreitar alguma flor.
Aproveitava o céu azul
E cheio de cirros.
Aproveitava sua breve jornada,
A linda borboleta.
12/05/11
Doçura
Coçadinha
Bob Marley
11/05/11
Silêncio da seca
Pegadas na areia
hostória
Conjunção
10/05/11
Só
Pé de umbu
Folha
Acacias
Palmeiras (coqueiros)
Sol
09/05/11
Rio
Vacinas
Busca
Borboletas
Fiqueira de Nossa senhora Conceição
08/05/11
Viagem
Tristeza
07/05/11
Rio de Janeiro
06/05/11
Rio de Janeiro
Não sei, mas que aqui a natureza foi gerenosa,
ah, nisso ela foi primorosa, tudo de belo aqui ficou.
Sol, céu e mar azul, mata verde canescente,
muito calor e uma enorme praia.
Belos jardins, museus!
Caminhar aqui é quase impossível,
pois tem tanta coisa direntes,
tantos detalhes interessantes,
nas casas, nas ruas, nas pessoas.
O grande problema é o calor,
ou não, pra mim é,
também não sou carioca,
mas que tem muita coisa bela aqui!
Ah isso tem.
05/05/11
Folhas pelo chão
Silêncio
Manhã
04/05/11
Danaus plexippus
Estrela da noite encantada
O meu tereré
Maio
03/05/11
Saudades
Saudades
Coisas
Riacho
02/05/11
Osama
Vida
João de Barro
Minha peosia
Tarde
Almoço
Inverno
01/05/11
Sol
Jequitibá
Praça Carlos Gomes
30/04/11
Noite
Amanhece
Enche o peito do ar frio da madrugada. Traz em si um cheiro particular, Cheiro das chuvas de abril, Cheiro da mata molhada. O silêncio é su...
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Gogh