02/02/11
Esperar
Servir
01/02/11
Aprendi
Força
Amor
Independente
?
31/01/11
A noite
Cotidiano
30/01/11
Durmo
Vida!?
Manhã de verão
29/01/11
Flores vivas e frescas
Pela ciclovia, pelos jardins,
Flores vermelhas de espatódea.
Flores vermelhas nas praças,
Flores vermelhas frescas pelo chão,
Flores vermelhas de espatódea
Espalhadas pelo chão,
É janeiro e é verão,
Com chuvas intensas,
Chuvas torrenciais,
Intensas fazem cair
Flores vermelhas viçosas
Pelo chão,
E as flores vão secar
E tudo que restará
Serão seus frutos, folículos.
Sempre hei de lembrar,
Das flores vermelhas molhadas
Espalhadas peloo chão,
Parecem os rastros de fogo no chão.
28/01/11
Odores
Dúvidas
27/01/11
Ilusão
Calor
Prova
26/01/11
Questão
Pensar
Verbo
25/01/11
Dança do tempo
Dacair
Ser
24/01/11
Ideias
Alma lavada
Inpaciência
23/01/11
Domingo
22/01/11
Via
Sábado
21/01/11
Banho
Sexta feira.
Belo dia
20/01/11
Loucura
Casas brancas, todas brancas,
Coqueiros, marngueiras e cajueiros,
Hisbiscos vermelhos pintam a paisagem
Daqui, nunca vi tanto pardal,
No mar escuma branca
Se faz das ondas vindas de longe,
Canta a rolinha,
Esse canto é peculiar,
Da terra potiguar,
Manga espada e caju,
Doces ácidos,
Saborosos, mas travosos.
Um coqueiro velho
Cresce moldado pelo vento,
O vento quem segura,
Quem o balança
Quem canta ninar
Que vida besta essa daqui,
Parada.
8:53
Brancas paredes,
Ricas paisagens
Posso rabiscar,
Atravessa a janela
O imenso mar,
De distante horizonte,
Sem sequer um monte,
Na praia deitam as ondas,
Vindas do oceano,
Beijando areia,
Lavando, se estravasando na praia,
Canta o galo distante,
Cantam os pardais,
E o vento e o mar sempre a soprar e a cantar,
Os ares de tão distante,
O azul intenso desponta no poente ou no norte?
Brancas paisagens,
Branca barriga,
É fome.
8:13
A chuva passou!
Que coisa engraçada,
Chuva torrencial pela manhã!
E o céu ta abrindo,
Como quem pinta com areia,
Lima o céu num átino,
As palmeiras soam suaves,
Passa um barco movido a diesel,
Passa quebrando as ondas,
Num tá tá tá,
Quebrando ondas,
No meio do mar, o horizonte
Está azul...
Como pode!!!
8:06
na cama
Como sopra intenso o vento,
E seu sopro vem do mar,
Que parece todo respingar,
Gostas de um mar bento,
Pela deusa Yemanjar,
E agora chove,
Quanta beleza nos mostra a natureza,
Ouço o som da chuva,
Onde o vento faz a curva,
Em terras potiguares,
Vejo da janela os mares,
E a chuva pura destilada,
Das nuvens, quanta beleza.
7:39
Praia
16 de dezembro de 2010
O mar
Ontem quando acordei e a abri a janela,
Tinha de paisagem minha acacia bela,
Hoje, vejo outra paisagem
Vindo de longa viagem,
Vejo o mar,
Vento intenso a soprar,
Ouço o mar a cantar,
a palmeira a balançar,
o calor intenso da manhã,
Sem sol, sem céu azul,
Mas sol nublado,
Mar enfesado,
Assim nasceu a manhã,
Bela, quente e ardente,
Com cheiro de mar.
7:27
Antônio Pereira
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Gogh