Ao meio dia,
O sol ao pino.
Calor e luz,
Fome!
Paz...
Uma rolinha caldo de feijão cantava.
Uma doce memória pulsou em minha mente.
De um tempo que nunca voltará.
Quando sentia ainda mais o vazio do mundo.
O mundo era desconhecido,
Eu era corpo e vontade.
Bateu uma saudade não do meio dia,
Não do lugar onde nasci...
Uma saudade dos anos 80 ou eram 90...
Saudade daquelas coisas...
Costumamos olhar pra trás,
Porém não é à toa...
É a prova que nem tudo é ruim,
Nem tudo é vazio.
Uma prova que somos pessoas de nossos tempos.
Canta rolinha...
Naquele tempo não fazia sentido,
Seria então seu canto,
Um sentido do sentido de hoje.
Sei lá.
Ame.