Abro a janela de minha sala.
Sinto o frescor frio entrar,
A mata molhada se cala,
Avisto um sabiá de papo branco,
Ele me olha como quem me ver,
Depois me ignora...
É sua casa fernanda a aroeira.
Abre suas asas, estufa o peito e canta.
Sou apenas um espectador
Deste singelo cantor...
É tão bom quando ignoramos o devir,
Quando cremos em Deus.
Tudo vai bem.
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