quinta-feira, 12 de março de 2026

Memória eterna

 O vento soprou,

Fazendo as árvores cantarem,

Seu canto é peculiar,

Soa como um chiar.


Esse evento despertou uma doce memória.

Nos fins dos grandes invernos,

A mata florida e enramada,


Quando o vento passava,

levava uma lufada de cheiro,

Um espirro floral,


Sentado em algum lugar na mata,

Em pé a caminhar...

Meu ser parava para contemplar

A natureza divina...

O cheiro das flores

de mucunã, de marmeleiro,

Cheiro do mato...


Ali o vento e a mata despertavam em mim

Eternidade.

Memórias.


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