O vento soprou,
Fazendo as árvores cantarem,
Seu canto é peculiar,
Soa como um chiar.
Esse evento despertou uma doce memória.
Nos fins dos grandes invernos,
A mata florida e enramada,
Quando o vento passava,
levava uma lufada de cheiro,
Um espirro floral,
Sentado em algum lugar na mata,
Em pé a caminhar...
Meu ser parava para contemplar
A natureza divina...
O cheiro das flores
de mucunã, de marmeleiro,
Cheiro do mato...
Ali o vento e a mata despertavam em mim
Eternidade.
Memórias.
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