Contente o rixinó canta na beira da mata.
O silêncio da mata quebrado por tal canto encanta tanto.
Faz voltar no tempo,
Quando o rixinó fazia ninho na soleira da casa velha.
Papai deixava, pois rixinó é abençoado, dizia.
Então ela pulava pelos caibros,
Ia e voltava com gravetinhos,
Fazendo o ninho,
Depois gerava os ovinhos,
E nasciam seus filhotinhos...
Vulto marrom.
Asa estriada,
Canta, canta, canta e os males espanta.
Era tão bom.
É tão bom...
Realmente são abençoadas.
Amarrado esse laço de amor.
Agora e sempre.