sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Medo do fim

Como tudo na vida!
Não tenho a pretensão de escrever poesia, pois meu conhecimento é muito pouco do tema. E meu amor ainda é pequeno, mas crescerá com o tempo.

As minhas poesias
São como quadros
Tendo como cor a voz,
Tendo como forma a palavra,

Fazer poesia é uma pretensão,
Fazer é cristalizar os sentimentos, 
As belezas que me afetam.
Então consumo-as enquanto faço,
E guardo um pouco nos versos,
E divido um pouco nas estrofes,

Depois que guardo, as vezes simplesmente esqueço.
Em algum lugar real ou virtual.

Poesias são horas de contemplação e encantamento com a vida,
Em está no mundo, de tudo e de nada.
São formas de ver e sentir a vida.
Meu refúgio, morada de minha alma,

Aquela que vive encantada,
Com qualquer coisa,
Que crer ter a beleza da vida,
Que crer ter a beleza do mundo.

A beleza de minha poesia,
Talvez nem exista.

E por isso mesmo a confecciono.

Uso a poesia na tentativa de definir algo como a vida...

A vida é um mar de dor,
Somos felizes por instantes,
Enquanto esquecemos quem somos,
Da nossa condição humano finita.

O medo é eminente,
Tudo nos apavora,

E só quando esquecemos que vivemos,
Somos felizes,

Mas não ponho em minhas poesias,
Tais misturas, não quero uma poesia bonita,
Com emoção, mesmo que seja esquisita,
Mas que faça bem,
Sinta minha alegria
Que é repleta de magia,
Ou simplesmente é,
Pela condição que a concebi,

Muitas vezes minha concepção,
Não é lá essas coisas,
Mas é assim,
Que vejo o mundo e a vida,
Que expresso a vida

Por aqui podes mirar
Através de meu pensar,
Depois de usar,
Podes guardar ou simplesmente deletar.

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