07/11/10

Banho

O corpo cansado,
ainda soado,
pede por um banho.

No banheiro peça por peça,
se despétala.
Despido até a alma,
enfim no banheiro,
somos nós mesmo,
sozinhos cúmplice,
apenas o espelho.

Muitas vezes nos encara,
nos questiona.
Sentamos na privada e pensamos na vida,
um alívio instantâneo nos faz esquecer quem somos.

Sob o chuveiro cai a água,
molha nosso corpo,
nossa alma,
nosso ser se molha.

E quando acaba,
por instantes renovamos,
revivemos, relaxados ressurgimos.
Com apenas um abraço da alma.

A mudança com paz

 Cada dia que vivo é um dia a menos. Cada hora, cada minuto, cada segundo. Como é angustiante saber disso. Será por isso que o doce é mais g...

Gogh

Gogh