Sentado, a balançar e ler, era assim que passava minhas tardes, em casa, na adolescência. Cuidadosamente lavava as mãos para não sujar os livros. Tomava água e só então começava minhas leituras. Lia tudo que pegava em mãos, desde livro de português que adorava aqueles textos com desenhos. O engraçado é que outro dia ouvi alguém falar que a imagem desperta o cérebro, me parece que sim, pois li física, química a história da astronomia, pena ter pouco acesso a livros. Gostava de tudo.
O Primeiro livro de romance que li foi O cortiço, de Aluízio de Azevedo.
Teve um marcante de Gandhi, lindo o texto, seus ensinamentos. Sem me esquecer das leituras do novo testamento.
Então passei a ter a convicção de que só estudando poderia alcançar algum objetivo. Poderia ser o que quisesse. Hoje tenho certeza. E então todas as tardes lia, enquanto mamãe e minhas irmãs cochilavam. Sentia paz e estava em paz, pois quando acordavam e ligavam a tv pra ver novela, nossa como isso me desconcentrava o som da tv ou aquelas discursões de quem não quer fazer as lutas.
Então passei a ter a convicção de que só estudando poderia alcançar algum objetivo. Poderia ser o que quisesse. Hoje tenho certeza. E então todas as tardes lia, enquanto mamãe e minhas irmãs cochilavam. Sentia paz e estava em paz, pois quando acordavam e ligavam a tv pra ver novela, nossa como isso me desconcentrava o som da tv ou aquelas discursões de quem não quer fazer as lutas.
E quando chegava um conhecido, não gostava porque tirava minha conecentração. E foi assim que passei as tardes de minha adolescência sempre cultivando o saber, e só a muito custo passei no vestibular em ciências biológicas.
Desde então, fui embora, nunca mais me balancei na minha cadeira de balanço.
Mamãe fez modificação na área.
tudo mudou por lá e por cá também.
mas deixou muito desejo de aprender, de vencer.
sirvo pra contar a história.
Desde então, fui embora, nunca mais me balancei na minha cadeira de balanço.
Mamãe fez modificação na área.
tudo mudou por lá e por cá também.
mas deixou muito desejo de aprender, de vencer.
sirvo pra contar a história.
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