Céu encarnado,
O sol está partindo,
No horizonte poente,
O sol se vai calmamente,
Saco da bolsa a câmera,
E capturo esta imagem,
E retenho fora de minha mente,
O sol tangente,
Os raios minguam entre os ramos das árvores secas.
O chão ainda morno se desfaz desse calor,
Sopra o vento, e leva poeira ao ar.
As aves empoleiram,
As vacas ruminam deitadas,
Já é quase noite,
Sapos saem das tocas e vão em busca da luz, forragear besouros.
Desponta no céu as primeiras estrelas.
Hora do ocaso,
Nem é noite, nem dia,
Canta avemaria, o velho motoradio,
Na voz de Luiz Gonzaga.
Venha jantar...
Da-se um tempinho, desligo o rádio e vou jantar.
Antes de começar a novela.
Depois da janta sigo pra área,
Sento na cadeira de balanço,
E fico a me balançar, matutando,
Sobre o tempo,
O futuro, pois é no futuro que quero está.
Vem a minha mente,
Um sonho de tudo poder consumir,
E me esqueço de consumir o que estou vivendo.
Paz, família e minha vida.
O sol está partindo,
No horizonte poente,
O sol se vai calmamente,
Saco da bolsa a câmera,
E capturo esta imagem,
E retenho fora de minha mente,
O sol tangente,
Os raios minguam entre os ramos das árvores secas.
O chão ainda morno se desfaz desse calor,
Sopra o vento, e leva poeira ao ar.
As aves empoleiram,
As vacas ruminam deitadas,
Já é quase noite,
Sapos saem das tocas e vão em busca da luz, forragear besouros.
Desponta no céu as primeiras estrelas.
Hora do ocaso,
Nem é noite, nem dia,
Canta avemaria, o velho motoradio,
Na voz de Luiz Gonzaga.
Venha jantar...
Da-se um tempinho, desligo o rádio e vou jantar.
Antes de começar a novela.
Depois da janta sigo pra área,
Sento na cadeira de balanço,
E fico a me balançar, matutando,
Sobre o tempo,
O futuro, pois é no futuro que quero está.
Vem a minha mente,
Um sonho de tudo poder consumir,
E me esqueço de consumir o que estou vivendo.
Paz, família e minha vida.
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