Olho para o céu como quem olha para o mar e tudo que vejo é um horizonte distante. Pessoa disse que somos do tamanho do que vemos. Se for verdade sou muito grande porque adoro olhar para o céu a qualquer hora, adoro olhar a linha do horizonte no mar. Talvez não por ser grande é que goste de olhar para o horizonte, mas porque sei que sou tão pequeno, tão ínfimo que ador olhar para longe e imaginar o que poderia encontrar, algo que me tornasse imortal. Olhar para o longe faz bem a minha alma, pois parece que ela sente falta de onde veio do mundo. E olho para o céu, para as nuvens, para o nada, simplesmente imagens do nada do horizonte.
A concepção de mundo é subjetiva, sendo a experiência sua fonte capital. O mundo é representação. Então, não basta entender o processo aparentemente linear impressão, percepção e o entendimento das figuras da consciência. É preciso viver, agir e por vezes refletir e assim conhecer ao mundo e principalmente a si mesmo. Aprender a pensar!
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
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Gogh
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