A alma de gato marrom vez por outra aparece. Não vejo, mas escuto.
A patativa de papinho amarelo só canta a dançar. E agora tá cantando no meio da mata.
O sanhaçu de coqueiro verde anima as praças pessoenses.
Agora!
Isso é tudo.
Cada dia que vivo é um dia a menos. Cada hora, cada minuto, cada segundo. Como é angustiante saber disso. Será por isso que o doce é mais g...