15/10/25

Soneto do contentamento

 Deitei na cova a semente do feijão e da fava.

Terra nova e queimada,

Com trabalho preparada.

Cada semente uma esperança,


Da fartura e de sustento,

Meu pai trabalhava sem parar,

Para em nossa casa nada faltar.

Tirando da terra o sustento,


Disseminando seu ensinamento,

Que com fé e trabalho,

Não há de faltar provento,


E aos risos e graças cultivava

O que comia,

A gente vivia com alegria.

Recife primeira impressão

 Quando cheguei lá, Tomei um susto Um susto de realidade. Casas trepadas nas barreiras, Casas de tábua, Casas de lonas... Casas... A minha c...

Gogh

Gogh