15/10/25

Soneto do contentamento

 Deitei na cova a semente do feijão e da fava.

Terra nova e queimada,

Com trabalho preparada.

Cada semente uma esperança,


Da fartura e de sustento,

Meu pai trabalhava sem parar,

Para em nossa casa nada faltar.

Tirando da terra o sustento,


Disseminando seu ensinamento,

Que com fé e trabalho,

Não há de faltar provento,


E aos risos e graças cultivava

O que comia,

A gente vivia com alegria.

Bons hábitos

 Há algum tempo criei um bom hábito, suponho. Bem e esse hábito se passa nas sextas-feiras. Neste dia vou a feira. Dentro da universidade, a...

Gogh

Gogh