25/09/25

Início

 Severino quer casar com Antônia,

Mas casar requer casa para morar,

Já escolheu o lugar,

Já falou com Cícero, José e Francisco.

Foi na mata tirar linha, vara, e cipó.

Foi o baldo ver a argila.

O verão já chegou.

Arrumou o jumento para trazer água.

Matou um bode e foi o dia da construção.

E a trabalhada foi grande, suor e cordialidade,

Desejo de amar, fez a casa de taipa...

Do vazio a casa tem sua utilidade,

Encomendou um pote a Girlente,

Encheu o pode de água.

A casa novinha é tão bonita como o amor do casal.

Moacir fez o casamento.

Uma rede pra dormir.

E a vida para viver.

Na casinha corada feito joão de barro.

E a vida a começar.

A mudança com paz

 Cada dia que vivo é um dia a menos. Cada hora, cada minuto, cada segundo. Como é angustiante saber disso. Será por isso que o doce é mais g...

Gogh

Gogh