27/01/14

Sem propósitos

Após o meio dia, 
É preciso ter paciência,
O sol arde lá fora,
Através da janela
Fugo de meu tédio,
Sinto-me ocioso, enfadado,
Então olho através da janela
E vejo a aroeira  de ramos longos 
Balançados ao vento,
Quem dera ser o vento
E vivesse sem propósitos,
A assanhar os cabelos das meninas,
A embalar os carros nas estradas,
Viver uma vida desregrada,
Sol, horizonte e praia.
O que me resta é ser feliz
Olhando através da janela
A aroeira embalada pelo vendo.

Amanhece

 Enche o peito do ar frio da madrugada. Traz em si um cheiro particular, Cheiro das chuvas de abril, Cheiro da mata molhada. O silêncio é su...

Gogh

Gogh