24/02/10

Por do sol

Toda a tarde adoro ver o sol se pondo,

ele se vai, levando meu tempo, minha vida.

A cada por do sol, sacio meu desejo de ver o crepúsculo.

A cada por do sol, um vazio,

o ocaso me da frio,

mas passa até a noite chegar.

E isso começou longe no espaço e no tempo.

Ia dar pasta para a vaca com meu pai.
O curral era ao poente.
Na cerca tinha catingueiras cinzentas.

Papai alimentava a vaca enquanto o sol se ponha.

Só percebia a brasa no poente,

E as árvores nuas da seca.

Tudo ficava bem quando a gente chegava em casa
E ai a noite caia.

A mudança com paz

 Cada dia que vivo é um dia a menos. Cada hora, cada minuto, cada segundo. Como é angustiante saber disso. Será por isso que o doce é mais g...

Gogh

Gogh