quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

saudades

Que saudade,
quanta vontade de voltar pra minha terra,
poder sentir o cheiro do chão molhando,
poder plantar minha roça grão a grão,
tirar a força do suor o meu pão,
como queria voltar, esquecer de viver nesse mundo de corrupção.

Voltar posso não,
passei tanta precisão,
pra chegar até aqui, 
foi preciso esforço e sorte,
agora que estou aqui,

sinto saudades, do mato seco,
do sertão seco,
do meu povo,
do meu sotaque,
da minha vidinha lenta...

Ah mamão graças a Deus vai voltar,
pro nosso torrão,
volta em paz mamãe, leva, paz, saúde e deixa saudade aqui no sudeste,

quando puder volto para visitar meu povo,
volto pro meu sertão.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Mudança de estado

Sob o solo as raízes sustentam,  Um eixo cinzento, Um tronco que se ramifica sustentando folhas  Alternas em espiral, No ápice do eixo, Um c...

Gogh

Gogh