A tarde quente me fez sentir vontade de comer uma manga congelada.
Após comer fui lavar às mãos e a boca. Ali na pia lembrei do dia que banhei o meu pai.
Me senti tão útil naquele dia. Poder ajudar aquele que fez tudo por mim.
Joguei o caroço no terreiro sob o pé de acerola. Ali a aceroleira está se cobrindo de folhas e flores.
Então uma bobó veio comer as sobras do caroço de manga. Aquele calor, aquela luz intensa me fez entender a eternidade de cada momento.
Aqui e agora.
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