06/02/26

Quando estou na minha casa

 A tarde quente me fez sentir vontade de comer uma manga congelada.

Após comer fui lavar às mãos e a boca. Ali na pia lembrei do dia que banhei o meu pai.

Me senti tão útil naquele dia. Poder ajudar aquele que fez tudo por mim.

Joguei o caroço no terreiro sob o pé de acerola. Ali a aceroleira está se cobrindo de folhas e flores.

Então uma bobó veio comer as sobras do caroço de manga. Aquele calor, aquela luz intensa me fez entender a eternidade de cada momento.

Aqui e agora.

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