28/12/20

13. Trovão

 Quando caia a chuva

A terra seca toda água bebia,

Alegre papai sorria,

E se tinha relâmpago e trovão,

Mudava logo a expressão, 

Se sentava numa cadeira

E dali não saia mais não,

Mamãe gritava véi frouxo,

Mas ele nem aí estava,

Apenas ouvia a chuva chover,

E a gente molhado do banho de chuva,

Se secava e ria do medo de papai do trovão

E quando a chuva passava,

Em seus lábios se percebia,

A reza da ave Maria,

Gesto de gratidão,

Papai como a asa branca,

Se ia,

Mas nunca deixou o sertão,

Mas sempre se apavorava com trovão.

A mudança com paz

 Cada dia que vivo é um dia a menos. Cada hora, cada minuto, cada segundo. Como é angustiante saber disso. Será por isso que o doce é mais g...

Gogh

Gogh