Uma ave faz quebrar o silêncio na mata,
Canta um canto breve e me faz fugir dos pensamentos,
Faz surgir um pensamento real.
Penso no desconhecimento deste canto,
Um canto sem encanto,
Conhecido, porém desconhecido,
Que ave é a que canta?
A realidade que acessamos pelas sensações,
Pelos sentidos,
Requer tempo e atenção...
Entorno, matéria ser.
Na existência se acessa a realidade
E o ser filtra e cria a nossa realidade...
Que ave será aquela,
Que sempre quebra o silêncio...
Será que é parte da sinfonia da mata...