Setembro chegou,
No sertão a mata perdeu a folha,
Os campos ficam abertos,
O pasto se acabando,
A água escaceando,
As rolinhas capoeira e branca
Fazem seus ninhos entre a mata pranca,
Mata nua,
Caatinga...
Voam rolinhas cinzentas,
Cantam rolinhas cinzentas...
O sertão fica tão lindo seco,
As noites mais estreladas,
As belas noites infinitas
Com incontáveis estrelas...
Mesmo adulto,
O mistério divino continua.
E a beleza,
A beleza daquele lugar,
Ecoa no meu peito,
Que quer voltar...