Olho através das janelas diáfanas,
O fino vidro separa o interno do externo,
Permitindo contemplação do externo,
Mostrando a mata,
As árvores,
As folhas
E a luz solar,
Diferentes intensidades de brilhos,
Que mudam com o tempo,
Ora frios,
Ora quentes,
Ora intenso,
Ora fraco...
Vejo o movimento dos ramos,
Que movem ao vento...
Estarão espelhando minha alma,
Este esterno.