04/11/25

Silêncio

 Silêncio!

Seis horas da manhã.

A mata silenciosa, embora já tenham cantados as cigarras.

Sol sob nuvens.

Pia o sabiá sabe lá que quer falar.

O departamento dorme com seus professores.

Rivete e Felipe não chegaram.

Enquanto isso a vea espera por comida.

Nem vi Nildo.

Sei que ele está aqui já aguou seu jardim.

Ontem o encontrei angustiado, pois levaram nosso cacho de banana.

Um barulho.

É Nindo.

A flor do cardeiro

 Sutil flor de cardeiro, Que floresce num corpo amarado, Um corpo de espinho coroado, Em meio as rosetas fios de seda O de algodão, Oram lem...

Gogh

Gogh