Encontrei de novo a poetiza, esposa de meu professor Paulo Marinho.
Seu nome Lizbete Oliveira...
Quando a encontrei, o que vi e a mostrei?
Um buquê de flores de sambucus...
Contemplamos o cheiro.
Confluência ela falou, não coincidência.
Ela falou que sua mãe falava de uma mata de sabugueiro entre Solânea e Bananeiras.
Devia ser muito perfumado...
Deveras.
Refletimos muito nossas ideias.
Coincidentemente estávamos no mesmo tom, verde.
Quase a conversa não terminava e nunca vai terminar,
É bom conversar com quem pensa como a gente, valoriza as mesmas coisas...
A poesia, sinestesia, alegrias e o amor pela vida....
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