05/11/25

Monólogo

 Agora, tarde de domingo, dois de novembro aqui estou. Deitado na rede a ouvir uma conversa de Borges.

Tenho participado tantas vezes destas conversas com este autor. Algo em suas ideias me encantam e me fazem querer ouvir mais uma vez, mais de uma vez.


Um descanso, um intervalo e um momento de reflexão.


A redescoberta dos momentos via reflexão... Nesse tempo que engole a humanidade. Borges reflete a eternidade.

Cair de uma tarde

 Cai a tarde escura, Nuvens que oras chovem, Oras deixam o sol clarear, Ruas molhadas e enxutas... Definitivamente, Caiu à tarde, Caiu à tar...

Gogh

Gogh