Falta farinha na casa do zé,
falta feijão na casa do zé,
falta querozene, açucar e sabão,
mas dignidade não falta não,
pois zé é um caba forte e tem fé,
nunca roubou, nunca matou esse é
um brasileiro digno,
que mesmo na miséria,
se indigna, mas não se apega a matéria.
Zé é filho de João,
plantava cada roçadão,
comia sempre farinha, torcinho e feijão.
No mundo de zé,
não se tinha notícia de ladrão,
hoje tudo mudou,
tudo é indignação,
todos tem feijão,
mas chegou-se a uma conclusão,
que se quer usar nike e comer parmezão.
Zé morreu e a televisão,
ensinou e desvirtuou,
os netos de zé
que moram na periferia,
comeram porcaria,
noite e dia,
hoje rouba até bijuteria,
mas o que aconteceu?
quem sabe explicar,
o mundo esta em transição,
hoje tem até ladrão que rouba e não acontece nada,
tem ladrão dos quatro cantos do brasil
que se reunem em brasilia, para planejar
qual a melhor forma de meter a mão,
no que é nosso.
Deus tenha o zé no paraiso,
e tenha piedade de sua prole.
A concepção de mundo é subjetiva, sendo a experiência sua fonte capital. O mundo é representação. Então, não basta entender o processo aparentemente linear impressão, percepção e o entendimento das figuras da consciência. É preciso viver, agir e por vezes refletir e assim conhecer ao mundo e principalmente a si mesmo. Aprender a pensar!
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
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