02/07/17

Mariposa

Após um dia frio de chuva a noite caiu muito escura e soturna.
As janelas continuaram aberta deixando entrar o ar fresco preencher o recintos vazios do apartamento.
As sombras da noite fazem apagaram as formas e a distâncias das coisas.
No escuro nada se ver, temos que usar dos demais sentidos, apenas a mente pode ver as memórias.
Certamente as memórias das sombras não são tão agradáveis, exceto para pessoas com pudor numa relação carnal.
A vida passa na nossa vista. Memórias, memórias... finitas, reais ou surreais.
Então uma mariposa atravessa a janela.
Perdida?
Voa sem direção exata,
Se choca contra as coisas
De sorte que seu corpo é leve e seu voo suave.

Nem preciso imaginar o que é,
Reconheço o padrão desse som
Através das descrições literárias,
Bem como dos momentos que estou sozinho a noite.

O escuro noturno,
As asas da mariposa,
Ocupam a existência
E tentam preencher o vazio em que me encontro muitas vezes no existir.

A mudança com paz

 Cada dia que vivo é um dia a menos. Cada hora, cada minuto, cada segundo. Como é angustiante saber disso. Será por isso que o doce é mais g...

Gogh

Gogh